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Oito motoristas são presos e autuados em flagrante por embriaguez ao volante

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Oito motoristas foram presos e atuados em flagrante por dirigir embriagados em duas das mais movimentadas avenidas de Cuiabá: Historiador Rubens de Mendonça (do CPA) e Miguel Sutil. As prisões aconteceram em duas edições da Operação Lei Seca, 109ª e 110ª.

Na primeira, 109ª, que aconteceu na madrugada de quinta-feira (08.12), na Miguel Sutil, no Jardim Cuiabá, ocorreram três prisões seguidas de autuação em flagrante, com base no artigo 306 do Código de Trânsito.

Nessa, 116 condutores fizeram o teste de alcoolemia e 111 veículos foram vistoriados. Desses veículos, 39 foram removidos, sendo 35 carros e quatro motocicletas. A operação registrou ainda o recolhimento de seis carteiras de motorista(CNH) e 23 autuações infracionais por dirigir sem registro ou licenciamento veicular.

Na 110ª Lei Seca, realizada na madrugada desta sexta-feira (09), na  Avenida Historiador Rubens de Mendonça (CPA), 117 testes de alcoolemia foram aplicados e cinco condutores presos autuados criminalmente porque estavam embriagados.

Essa mesma ação fiscalizou 114 veículos, procedimento que levou à autuação de 48 com multas. Ao final da operação, 46 veículos, entre os quais seis motocicletas, tiveram de ser recolhidos por falta de registro, licenciamento, condições de circulação, entre outras irregularidades.

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Nas duas operações, coordenadas pelo Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Segurança Pública(GGI-Sesp) atuaram profissionais do próprio GGI, BPMTran, Deletran, Detran, CBM, Semob, Polícia Penal, Sistema Socioeducativo. 

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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