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Olimpíadas 2024: atleta de MT tem melhores colocações da história da canoagem slalom brasileira

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A atleta de Mato Grosso, Ana Sátila, concluiu sua participação nas Olimpíadas 2024 com um feito marcante, mesmo sem conquistar medalhas. Depois de um final de semana disputado no caiaque cross, Ana alcançou a 4ª posição na semifinal da prova realizada nesta segunda-feira (05.08), um resultado histórico para a modalidade brasileira na competição.

Apesar de não ter garantido uma medalha, a performance de Ana Sátila durante as 15 provas que participou nos Jogos Olímpicos de Paris foi destacada pela sua importância para o esporte nacional. Ela teve as melhores colocações da história da canoagem slalom brasileira, sendo 4º lugar no caiaque feminino, 5º lugar na canoa individual feminina e 8º lugar geral no caiaque cross.

Contemplada com o Prêmio Olímpico em 2021, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), a atleta mineira que começou a remar aos nove anos na cidade de Primavera do Leste (239 km de Cuiabá) deve receber novamente a premiação, já que, por garantirem uma vaga na maior competição esportiva do mundo, os atletas de Mato Grosso já são premiados com o valor de R$ 30 mil.

Esta é a sua quarta participação em Olimpíadas. Com apenas 16 anos, foi a atleta brasileira mais jovem a competir nos Jogos Olímpicos de Londres-2012, onde ela foi tricampeã olímpica. Também participou das edições do Rio de Janeiro-2016 e Tóquio-2021. Ana foi três vezes medalhista de ouro nos Jogos Pan-Americanos e tem mundiais em seu currículo.

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O secretário da Cultura, Esportes e Lazer de Mato Grosso, David Moura, enfatiza que a atleta é um verdadeiro orgulho para Mato Grosso. “Parabéns Ana, você é gigante! Uma referência para o esporte brasileiro e mato-grossense. Sua participação nas Olimpíadas é um reflexo do esforço e talento que a acompanham e sua trajetória é fonte de inspiração para muitos dos nossos jovens atletas”, afirmou o secretário.

Outros esportistas de Mato Grosso também estão se preparando para suas respectivas provas nesta semana. Lissandra Campos, bolsista do Olimpus MT, disputa a classificação do salto em distância nesta terça-feira (06.08), às 4h15 (horário de MT). A jogadora Ana Vitória entra em campo pela seleção brasileira de futebol feminino nas semifinais da competição, a partir das 14h.

A prova de Almir Jr, do salto triplo, está marcada para às 13h15, de quarta-feira (07). E a luta de taekwondo de Caroline Santos acontece na próxima sexta-feira (09.08), às 4h36 (MT).

Prêmio Olímpico

Criada pela atual gestão em 2021, a iniciativa que faz parte do Projeto Olimpus MT visa reconhecer e incentivar os atletas que representam o Estado e o país nas edições dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

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Vale ressaltar que como critérios para a concessão do prêmio a naturalidade do atleta e sua atuação em Mato Grosso de no mínimo dois anos de vida esportiva. No caso de não se enquadrar nos termos anteriores, o mesmo deve ter representado o Estado anteriormente em no mínimo quatro anos ou estar representando no momento da convocação olímpica.

A premiação determina, ainda, prêmios no valor de R$ 30 mil a cada um dos esportistas classificados para as competições mundiais. Para os técnicos convocados ou aqueles responsáveis por formar o atleta, a premiação é de R$ 10 mil.

Os atletas que conquistarem uma medalha têm a chance de receber R$ 100 mil, independentemente se de bronze, prata ou ouro. No caso de técnico medalhista, o prêmio é de R$ 30 mil.

Convocados e medalhistas para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2024 têm até o dia 24 de setembro para encaminhar o formulário de requerimento e demais documentos comprobatórios à Secel.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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