Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Operação prende uma pessoa e remove 40 veículos por irregularidades

Publicados

MATO GROSSO

A Operação Lei Seca fiscalizou 135 veículos na noite desta quarta-feira (14.12), na Av. Getúlio Vargas, em Cuiabá. A ação removeu 40 veículos por irregularidades, realizou 51 autuações e uma prisão.

Entre as autuações, 26 foram lavradas por conduzir veículo sem registro ou não licenciado, sete por conduzir veículo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH), quatro por conduzir veículo sob efeito de álcool, quatro por recusar teste de alcoolemia e 10 por outros motivos diversos.

Na ocasião, também foram realizados 145 testes de alcoolemia e recolhidas quatro CNHs. Entre os 40 veículos removidos por irregularidades, 30 foram carros e 10 motocicletas.

A operação é coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/Sesp) e nesta edição contou com as forças integradas do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Corpo de Bombeiros, Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

Leia Também:  'Essa é uma das maiores obras da história de Várzea Grande', diz Pedrinho em inauguração da ETA do Pari

(Com a supervisão de Alecy Alves)

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Secretária de Meio Ambiente de MT destaca necessidade de cooperação para combate ao desmatamento ilegal

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA