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Pacientes agradecem governador por cirurgia: “Foram cinco anos de espera”

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Os pacientes beneficiados pelo mutirão de cirurgias do antigo Pronto-Socorro de Cuiabá agradeceram o governador Mauro Mendes pela ação realizada pelo Gabinete de Intervenção do Estado – que está comandando a Saúde da Capital.

Mauro vistoriou a unidade na manhã deste sábado (27.05) e conferiu o andamento do mutirão, cuja meta é de realizar 150 cirurgias por semana. Estão sendo feitas cirurgias eletivas de retirada de vesícula, de hérnia, histerectomia, vasectomia e laqueadura.

O varzea-grandense Osvaldo Abage Delfino aguarda a cirurgia há mais de dois anos e agora finalmente poderá operar.

“O governador resolveu a situação mesmo, graças a Deus! Ele bota a mão em cima do trem e resolve. Isso é muito importante, e traz o bem para todos nós mato-grossenses. É pensar no próximo, no ser humano. Há quanto tempo as pessoas esperavam, morrendo na fila, né?”, relatou.

Quem também estava há anos aguardando a cirurgia era a cuiabana Isidoria de Oliveira França. Ela agora irá refazer os exames e já agendar o procedimento para retirada de uma pedra na vesícula.

“Eu tinha 79 anos quando entrei na fila e hoje estou com 84. São cinco anos esperando por isso. Eles falaram que iam ligar, e nunca aconteceu. Então isso foi muito bom porque agora a gente tem essa certeza que vai acontecer”, relatou.

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Para o governador Mauro Mendes, o resultado da intervenção e do mutirão de cirurgias é “extremamente positivo”.

“Só hoje estão sendo feitas 31 cirurgias. Há mais de 60 pessoas passando pelo risco cirúrgico para agendamento das cirurgias nas próximas semanas. Nós já ultrapassamos 500 cirurgias e estou muito feliz com essa ação”, afirmou.

Para Mauro, mais do que uma ação de gestão, as cirurgias salvam vidas e minimizam as dores de quem precisa dos procedimentos.

“É muito dolorido você ver o sofrimento, a dor que essas pessoas foram submetidas por aguardar tanto tempo, anos até, para cirurgias simples, que podem ser feitas em um dia e no outro dia já ir para casa. E agora estamos conseguindo fazer os procedimentos até em pacientes que aguardam há poucos meses”, completou.

Também acompanharam a vistoria: a senadora Margareth Buzetti; os deputados federais Fabio Garcia e Abílio Brunini; os secretários de Estado Mauro Carvalho (Casa Civil) e Laice Souza (Comunicação); os vereadores Dilemário Alencar, Michelly Alencar, Sargento Joelson e Denilson Nogueira; a interventora Danielle Carmona e o co-interventor Hugo Lima.

Retomada de cirurgias

Desde o início da intervenção do Estado na Saúde de Cuiabá, houve aumento de 50% nas cirurgias eletivas e de urgência nos três hospitais municipais.

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O maior avanço foi no Hospital e Pronto Socorro de Cuiabá (HPSMC), que retomou a realização de cirurgias eletivas em 10 de abril depois de mais de quatro meses de suspensão, e está fazendo mutirões de cirurgias.

Foram realizados 1.915 procedimentos cirúrgicos em 70 dias de intervenção, com esforço em curto prazo para a ampliação no quadro de médicos, abastecimento de medicamentos e insumos e reativação de leitos hospitalares. Nos 70 dias anteriores à intervenção tinham sido 1.281 procedimentos cirúrgicos.

No Pronto Socorro de Cuiabá foram realizadas 503 cirurgias durante a intervenção e, nos 70 dias anteriores, de 4 de janeiro de 2023 a 14 de março de 2023, foram apenas 54 procedimentos de urgência.

A divulgação de canais de atendimento da Central de Regulação também contribuiu com o aumento de cerca 80% na procura por agendamentos.

Os pacientes que estiverem aguardando procedimentos e quiserem consultar o andamento podem entrar em contato pelos telefones: (65) 3614-5561 ou pelo WhatsAPP nos números (65) 3614-5548 ou (65) 3614-5558.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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