MATO GROSSO
Passageira se revolta ao perceber que motorista de app está assistindo vídeo pornô
MATO GROSSO
Uma passageira de 25 anos, que preferiu não ser identificada, ficou revoltada ao perceber que o motorista de aplicativo estava assistindo a um vídeo pornô durante uma viagem em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. A mulher contou que denunciou o comportamento do motorista à empresa de transporte por aplicativo. Nas imagens, é possível ver o condutor do veículo assistindo ao conteúdo adulto.
O g1 entrou em contato com a empresa de transporte por aplicativo para pedir um posicionamento sobre o ocorrido, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem. A jovem relatou que pediu uma viagem em um aplicativo para o bairro onde mora na quarta-feira (20). Ao entrar no carro com sua mãe, percebeu que o homem estava vendo um vídeo pornográfico.
Quando o motorista percebeu o desconforto da passageira, ele diminuiu a tela, mas ainda assim continuou assistindo ao vídeo durante a viagem, que durou menos de 30 minutos.
“Ele continuou andando normal, como se nada tivesse acontecido. Nossa, fiquei muito nervosa na hora, porque isso nunca aconteceu comigo”, relatou a jovem, em uma entrevista à TV Anhanguera.
A mulher, que estava no banco de trás com a mãe, disse que ficou com medo e só conseguiu mandar uma mensagem para o marido pedindo para ele esperá-las na porta de casa. Segundo a mulher, ela não fez um boletim de ocorrência porque está com medo do motorista, já que ele sabe onde fica a casa dela.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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