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Perita criminal de MT é selecionada para curso de política e estratégia da Escola Superior de Guerra

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Com carreira profissional e acadêmica entrelaçadas, a perita oficial criminal Patrícia de Cássia Valério Fachone foi a única servidora do Estado de Mato Grosso, entre os 91 candidatos,  aprovada para o curso de Altos Estudos de Política e Estratégia (Caepe) na Escola Superior de Guerra (ESP).

O curso, realizado de forma presencial, começará em fevereiro e se estenderá até 1º de dezembro deste ano, no Rio de Janeiro(RJ). Patrícia Fachone, que é perita criminal há 21 anos, está entre as 10 mulheres de diferentes instituições do país, militares e civis, selecionadas para essa especialização.

O objetivo do curso é preparar civis e militares do Brasil e de nações amigas para o exercício de funções de direção e assessoramento de alto nível na administração pública, em especial na área de Defesa Nacional.    

O público-alvo do curso são generais e oficiais superiores das Forças Armadas, Forças Auxiliares, além de civis indicados por instituições convidadas, à exemplo da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT).

Currículo

Doutora em Política Científica e Tecnológica pela Unicamp, Patrícia Fachone também tem mestrado na mesma área. Em 2016, ao retornar do doutorado, Patrícia assumiu a Coordenadoria de Projetos da Secretaria de Estado de Segurança Pública. Na Politec, foi diretora geral, coordenadora de pesquisa e desenvolvimento, entre outras funções. Desde 2019 ela atua no Núcleo Estratégico para Resultados (NGER) da Secretaria de Segurança Pública.

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Recentemente, recebeu o título de cidadã Ana Maria do Couto, ícone cuiabano de mulher à frente de seu tempo.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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