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Sema-MT promove novo encontro com setor florestal para apresentar o Sisflora 2.0

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) promove o segundo encontro para apresentar o novo Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora 2.0). O evento será online, na próxima quinta-feira (16/03) às 9h, transmitido ao vivo pelo canal do YouTube da Sema.

A transmissão é voltada principalmente para engenheiros florestais, ligados à Associação Mato-Grossense dos Engenheiros Florestais (AMEF). Os engenheiros florestais são os principais responsáveis técnicos que utilizarão o sistema diariamente para o controle da madeira legal dos empreendimentos. 

Com o novo sistema no ar há cerca de um mês, a apresentação trará as principais mudanças, detalhes sobre as fases de implantação e migração dos dados, e irá sanar as dúvidas dos usuários.

Na primeira edição, realizada no dia 6 de fevereiro, houve mais de 300 participantes na transmissão ao vivo, e mais de 1800 acessos ao vídeo que ficou disponível no canal. 

A Sema implantou o novo Sisflora 2.0, que trouxe a implementação efetiva da cadeia de custódia em Mato Grosso e rastreamento do produto florestal desde a extração da madeira, até a destinação final.

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A cadeia de custódia representa segurança, controle e monitoramento do volume autorizado na exploração florestal e o volume efetivo transportado. A madeira passa a ter rastreabilidade e chega ao consumidor final com a garantia de que foi retirada de forma legal da natureza.

Serviço:

Apresentação do novo Sisflora 2.0

Quando: quinta-feira (16/03/2023) às 9h

Onde: Ao vivo pelo YouTube (youtube.com/@SemaMatoGrosso)

Fonte: GOV MT

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Planejamento da granja e vazio sanitário são fundamentais para fortalecer a sanidade na suinocultura, destaca especialista da Embrapa 

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O planejamento adequado das instalações, a produção em lotes e a adoção do vazio sanitário foram os principais temas abordados pelo analista da Embrapa Suínos e Aves, Armando Lopes do Amaral, durante palestra no 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso, evento realizado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat). O especialista destacou que a organização da granja é um dos pilares para manter elevados padrões de sanidade e garantir melhores índices produtivos.

Segundo Amaral, uma granja bem planejada permite fortalecer a biosseguridade, conjunto de medidas voltadas para impedir a entrada de agentes infecciosos e reduzir a circulação de doenças dentro da propriedade.

“A instalação é a base de um bom programa sanitário. O ideal é que a granja seja cercada, bem isolada, com controle rigoroso da entrada de pessoas e que as diferentes fases de produção sejam organizadas em salas específicas. Além disso, é importante manter animais da mesma idade juntos, evitando que animais mais velhos transmitam doenças aos mais jovens”, explicou.

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O pesquisador ressaltou que o Brasil já possui um elevado padrão sanitário na produção de suínos, reconhecido internacionalmente, mas alertou que esse resultado exige vigilância constante.

“Chegar a um bom nível sanitário é importante, mas mantê-lo e buscar melhorias contínuas é ainda mais desafiador. Animais saudáveis apresentam melhor desempenho, maior ganho de peso e melhores resultados econômicos para o produtor”, afirmou.

Embora reconheça que muitas granjas mais antigas enfrentam limitações estruturais e altos custos para adequações completas, Amaral destacou que é possível adotar medidas de manejo capazes de reduzir significativamente os riscos sanitários.

Entre elas está a produção em lotes, organizando grupos de matrizes e leitões para que permaneçam juntos durante cada fase produtiva, respeitando o sistema “todos dentro, todos fora”. Essa estratégia facilita a realização do vazio sanitário entre os lotes, permitindo a limpeza, desinfecção e quebra do ciclo de transmissão de agentes causadores de doenças.

“Nem sempre é possível construir novas instalações imediatamente. Mas, mesmo em estruturas existentes, o produtor pode organizar os animais em lotes, manter grupos da mesma idade nas mesmas salas e realizar o vazio sanitário sempre que possível. São medidas que contribuem muito para preservar a sanidade do rebanho”, concluiu o especialista.

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Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, levar especialistas da Embrapa ao simpósio reforça o compromisso da entidade com a difusão de conhecimento técnico que contribua para o fortalecimento da suinocultura mato-grossense.

“A sanidade é um dos maiores patrimônios da suinocultura brasileira e precisa ser preservada diariamente dentro das granjas. Trazer esse debate para o Simpósio permite que nossos produtores tenham acesso às melhores práticas e entendam que, muitas vezes, melhorias no manejo, no planejamento da produção em lotes e no cumprimento do vazio sanitário geram ganhos expressivos em produtividade e competitividade. A Acrismat trabalha justamente para aproximar o produtor dessas informações e fortalecer cada vez mais a cadeia produtiva em Mato Grosso”, afirmou Frederico Tannure Filho.

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