MATO GROSSO
PMMT reúne 600 policiais em workshop sobre saúde mental e segurança jurídica nas atividades
MATO GROSSO
A Polícia Militar de Mato Grosso e a Associação de Cabos e Soldados da Polícia e Bombeiros Militares (ACS-MT) realizaram nesta sexta-feira (10.11) o 1º Workshop de Atividades Policiais no Meio Jurídico e Saúde Mental. O evento reuniu mais de 600 policiais militares e alunos dos Cursos de Formação de Soldados (CFSD) e Oficiais (CFO).
O workshop coordenado pela Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa (Deip) da PM foi realizado no Teatro Zulmira Canavarros, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, com o objetivo de discutir as atuais e novas modalidades de atuação das polícias militares em conjunto com os meios jurídicos que trazem segurança ao trabalho policial.
O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Alexandre Corrêa Mendes, participou da abertura do workshop e afirmou que a promoção e debate do conhecimento científico sobre a vivência dos policiais militares são importantes, principalmente em questões de saúde mental, para que os agentes estejam em condições de oferecer um bom trabalho à sociedade.
“É de suma importância um debate saudável sobre temas tão atuais e que estão em evidência na nossa corporação. Muitas vezes, os problemas de saúde mental começam de maneira silenciosa e temos que mostrar para nossos colegas que não estamos sozinhos, afinal esse colega precisa de ajuda para que ele possa cuidar de sua saúde e estar em condições de cuidar do próximo e proteger a vida do cidadão”, destacou.
A abertura do evento contou com uma palestra do cientista político Sérgio Hernandez, que abordou as teorias e práticas da perícia criminal. Ele exemplificou a importância da perícia para levantar os fatos sobre a ocorrência policial. “É preciso estar atento a todas as provas que mostrem a legitimidade da ação policial em fazer a sua defesa em situações complexas nas ocorrências”, afirmou.
Já o advogado Wanderley Alves falou sobre os mecanismos legais e práticas que preservam a ocorrência policial. Ele explicou que o workshop está pautado no debate de novas práticas que possam trazer segurança às atividades policiais.
“As atividades policiais e as leis estão sempre em atualização e o nosso objetivo, hoje, é justamente fazer com que o policial tenha mais segurança na atividade, além de aclarar essa temática e explicar a ele as formas de legitimar o trabalho constante dos flagrantes”, pontuou o palestrante, que também atuou como policial militar em e São Paulo, entre os anos de 2006 e 2011.
O workshop também contou com a presença do advogado Raul Marcolino, que destacou a importância da segurança jurídica na atuação policial, e do primeiro-tenente Anderson Przybyszewski Silva, que promoveu um debate sobre a saúde geral e mental e qualidade de vida dos policiais militares de Mato Grosso.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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