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Polícia Civil apreende armas de grosso calibre e 124 pacotes de entorpecentes em área na fronteira

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Equipes da Delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade e da Delegacia Especial de Fronteira apreenderam, nesta quarta-feira (12.06), armas de grosso calibre e 124 pacotes de entorpecentes, em uma área de mata na fronteira do município. Entre armas encontradas estão um fuzil .50, arma capaz de derrubar aeronaves e de uso proibido no Brasil, e um de calibre 556, de uso restrito.

A apreensão das armas, acessórios e drogas representa um prejuízo ao crime organizado estimado em R$ 1,625 milhão.

A Polícia Civil já vinha monitorando o local, como parte das ações da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas. Em uma área de reserva de mata, próxima a uma fazenda da região, os policiais apuraram que houve movimentação de veículos no local e após vigilância, nesta quarta-feira foram localizados os entorpecentes e as armas.

No meio da mata estavam camuflados dois pacotes de cloridrato de cocaína, 51 de pasta base, 41 de maconha e 30 de haxixe, além dos fuzis com dois carregadores, tripé e luneta.

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Os materiais foram encaminhados à Defron e a investigação prossegue para identificar os envolvidos nos crimes.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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