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Polícia Civil prende 5 integrantes de facção criminosa em Pedra Preta

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Cinco mandados de prisão preventiva contra integrantes de uma facção criminosa em Pedra Preta (238 km ao sul de Cuiabá), foram cumpridos pela Polícia Civil, na Operação “Cainitas”, nesta quinta-feira (27.06).

O grupo criminoso é apontado como autor do homicídio de Allerandro Gomes de Lima, 20 anos, executado após ser julgado como membro de facção rival e que supostamente estaria na cidade para matar os membros do grupo.

Nas diligências da Delegacia de Pedra Preta para apurar o homicídio, os envolvidos foram identificados, bem como representadas pelas respectivas prisões preventivas. Os quatro homens e uma mulher são responsáveis por outros crimes contra a vida e pela venda de entorpecentes na região.

Durante cumprimento das ordens judiciais, os cinco alvos foram presos, sendo um deles, de 23 anos, também autuado em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.

Na casa do jovem, os policiais civis apreenderam a arma usada no crime, uma pistola de calibre 9 milímetros carregada, alimentada e pronta para o uso, além de cocaína, dinheiro, spray da cor vermelha utilizado pelos suspeitos para pichar muros da cidade, entre outros objetos.

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Após as prisões, os cinco suspeitos foram conduzidos até a delegacia.

Homicídio de Allerandro Gomes de Lima

Na noite do dia 21 de maio, a Polícia Civil de Pedra Preta foi comunicada sobre o desaparecimento do jovem, ocasião em que as equipes passaram a apurar a ocorrência.

Em investigações foi descoberto que os criminosos, por acharem que Allerandro fazia parte de uma facção rival, decidiram sequestrá-lo e executá-lo.

Nas imagens captadas por câmeras de segurança foi possível ver a vítima sendo colocada pelos suspeitos dentro de um veículo, e desde então o jovem desapareceu.

Dias depois a vítima foi localizada na BR-364, zona rural do município de Rondonópolis. No corpo de Allerandro haviam várias perfurações de arma de fogo.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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