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Polícia desmonta quadrilha de MT que aplicaram golpes em SP

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A Polícia Civil de Mato Grosso cumpre na manhã desta quinta-feira (6), 19 ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão, na Operação Ikuia, contra crimes de estelionato com vítimas na cidade de Bauru (SP).

Na operação, são cumpridos oito mandados de prisão temporária e 11 de busca e apreensão domiciliar, tendo como alvo uma associação criminosa voltada para crimes de estelionato na modalidade digital, atuando especialmente no golpe do falso intermediador de vendas. 

As ordens judiciais são cumpridas em Cuiabá, Várzea Grande e Barão de Melgaço. 

A ação é feita por meio da Delegacia Especializada de Entorpecentes (DRE),  em apoio a Polícia Civil de São Paulo 

As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Bauru (SP) identificaram oito integrantes de uma associação criminosa envolvidas em pelo menos 21 casos ocorridos na cidade paulista e região. 

Segundo o delegado responsável da Deic, Cledson Luiz do Nascimento, entre os alvos estão desde os mentores dos golpes, como pessoas que emprestavam as contas bancárias para recebimentos dos valores subtraídos na ação criminosa.

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Em Mato Grosso, os trabalhos são coordenados pela delegada da DRE, Juliana Chiquito Palhares. 

Ikuia é uma arma indígena tipo flecha-arpão, flecha para pescar, feita de uma espécie de cana brava e também está relacionado a uma localidade em que os índios bororos costumavam caçar e pescar, no córrego da Prainha (que corta a área central de Cuiabá).

Fonte/Repost: MIDIANEWS

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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