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Polícia Militar oficializa passagem de comando em Rondonópolis

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A Polícia Militar de Mato Grosso oficializou, nesta quinta-feira (08.02), a passagem de comando do 4º Comando Regional de Rondonópolis (220 km de Cuiabá). O coronel Fernando Augustinho de Oliveira Galindo deixou a função, que foi assumida pelo coronel Benedito Sérgio Ferreira.

O subchefe do Estado Maior, coronel PM Wilker Soares Sodré, presidiu a cerimônia de transmissão de função, que foi realizada no auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Em seu discurso, o coronel destacou a trajetória do coronel Augustinho, que estava à frente do 4º Comando Regional há um ano e dois meses. “Reconhecemos o brilhante trabalho prestado pelo coronel Augustinho, que contribuiu de forma decisiva para o sucesso desta unidade policial, superando as limitações e dificuldades, executando suas atribuições com sabedoria, consciência e responsabilidade”.

O 4º Comando Regional compreende os municípios de Rondonópolis, São José do Povo, Pedra Preta, Itiquira, Guiratinga, Juscimeira, Jaciara, Dom Aquino, além de São Pedro da Cipa, Tesouro, Alto Garças, Ponte Branca, Araguainha, Alto Araguaia e Alto Taquari.

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Em seu discurso de despedida, coronel Augustinho agradeceu toda a tropa de policiais militares, desde as funções administrativas à operacionais. “Me sinto muito grato pelo dever cumprido nesse período à frente do 4º Comando Regional, uma das tarefas mais desafiadoras para qualquer pessoa que se encontra em posição de liderança e chefia. Só tenho agradecer a toda tropa de policiais militares pelo desempenho, dedicação e esforços”, comentou.

O coronel Benedito iniciou a carreira militar em 1999 e e estava como gestor do 9º Comando Regional, em Alta Floresta. O militar agradeceu a oportunidade de comandar uma nova importante unidade em Mato Grosso.

“Agradeço ao comandante-geral da Polícia Militar por confiar o meu comando a esta unidade histórica da Polícia Militar. Vamos continuar exercendo o excelente papel, realizado pelo coronel Augustino, garantindo e mantendo a ordem pública e a segurança da população mato-grossense, em especial da região do 4º Comando Regional”.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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