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Polícia Militar prende casal por disparo e porte ilegal de arma de fogo

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Policiais militares do 4º Batalhão prenderam em flagrante um homem 37 anos e uma mulher de 36 anos por disparo e porte ilegal de arma de fogo, na noite deste domingo (30.07), em Várzea Grande. Na ação, a PM apreendeu uma pistola calibre .380 com 11 munições intactas.

A equipe do 4º BPM recebeu informações sobre um homem que estava em um Gol branco, com uma arma de fogo, em uma distribuidora. Quando os policiais seguiam para o estabelecimento, receberam novas informações de que o mesmo suspeito estava, naquele momento, efetuando disparos de arma de fogo em uma casa no bairro Residencial José Carlos Guimarães.

Em diligências pelo bairro, os policiais encontraram o veículo Gol em frente a uma residência, momento em que uma mulher saiu na frente da casa e começou a atrapalhar o trabalho da equipe da PM.

Ao descerem da viatura, os militares flagraram o suspeito correndo para o interior da casa com um objeto em mãos, e solicitaram reforço de outras equipes policiais. Com a chegada de reforço, a suspeita detida colaborou com o trabalho da PM e autorizou a entrada dos policiais na casa.

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O suspeito foi localizado escondido dentro de um quarto. No mesmo local foi encontrada uma maleta contendo a arma de fogo com um estojo contendo 11 munições.

Diante da situação, o casal recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a Central de Flagrantes, com a arma apreendida, para registro do boletim de ocorrência. Eles foram colocados à disposição da Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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