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Polícia Militar reforça policiamento em todo Estado com Operação Páscoa Abençoada

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A Polícia Militar de Mato Grosso deflagrou, na noite desta quarta-feira (27.03), a Operação Páscoa Abençoada, que intensificará o policiamento nos 142 municípios do Estado até o próximo dia primeiro de abril. Neste período, todas as unidades dos 15 Comandos Regionais realizarão o patrulhamento tático e ostensivo com objetivo de garantir a segurança e manter a ordem pública durante o feriado prolongado. 

O subchefe do Estado Maior, coronel José Nildo de Oliveira, destacou os importantes investimentos do Governo do Estado para um trabalho mais efetivo das forças de segurança, em especial da Polícia Militar, que hoje é reconhecida como a mais bem equipada do país, com entrega de armamentos, equipamentos de segurança de alta tecnologia e viaturas de duas e quatro rodas mais modernas.

“Com esse aporte para o nosso trabalho operacional podemos entregar melhores resultados que refletem diretamente não apenas para a nossa segurança, mas de toda população da zona rural e urbana, nos 142 municípios de Mato Grosso. Essa é a primeira grande operação simultânea que estamos lançando neste ano e teremos muitas outras. Não devemos dar espaço para criminalidade no nosso Estado”, afirmou.    

O objetivo da operação será intensificar o policiamento ostensivo em bairros e centros comerciais durante o grande fluxo de pessoas por causa do feriado prolongado, com o trabalho de abordagens, buscas e checagens e, consequentemente, prisões com intuito da garantia da ordem pública e redução da criminalidade. O reforço do policiamento busca aumentar a vigilância e o patrulhamento nas áreas de maior circulação de pessoas para prevenir crimes de roubos, furtos, vandalismo, além de acidentes de trânsito, que ocorrem pelo consumo excessivo de álcool.

Durante o discurso do lançamento da operação, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Corrêa Mendes, refletiu que a Páscoa é um período de grande importância cultural e religiosa, marcado por celebrações, reuniões familiares e manifestações de fé, e, consequentemente, ocorre uma maior circulação de pessoas nas ruas, bem como aumento do fluxo de veículos nas rodovias estaduais durante o feriado prolongado por pessoas que aproveitam o feriado para viajar.


 

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“O lançamento da Operação Páscoa Abençoada reflete um compromisso com a prevenção de crimes e a manutenção da ordem pública durante um período em que muitas famílias se deslocam, participam de eventos religiosos e aproveitam para realizar compras. A presença mais visível da polícia nas ruas, ações de patrulhamento intensificado e fiscalizações são aspectos fundamentais dessa iniciativa, todos projetados para criar um ambiente seguro e acolhedor para os cidadãos e visitantes do Estado”, declarou. 

Fiscalização no trânsito 
 

Além de prevenir contra delitos comuns como furtos, roubos e vandalismos, a operação também visa assegurar que as estradas e vias principais estejam seguras para o aumento do fluxo de veículos, prevenindo acidentes e garantindo a fluidez do trânsito.

O Batalhão de Polícia Militar de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran) estará presente nas rodovias estaduais que cortam a Baixada Cuiabana, sendo elas: Helder Cândia (MT-010); Palmiro Paes de Barros (MT-040); no entroncamento entre Primavera do Leste e Rondonópolis (MT-130); e Emanuel Pinheiro (MT-251), além das principais vias urbanas de toda a Região Metropolitana de Cuiabá.
 

“Isso é particularmente importante em um Estado vasto como o Mato Grosso, onde muitas famílias podem viajar longas distâncias para se reunir com entes queridos. O Estado reforça seu compromisso com a paz e a segurança pública, contribuindo para que a Páscoa seja um período de alegria e renovação para todos mato-grossenses”, ressalta o comandante do BPMtran, tenente-coronel Adão César Rodrigues Silva.

Além do efetivo policial dos batalhões de área, equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran), Policiamento Montado (Cavalaria) e Proteção Ambiental (BPMPA) reforçarão os efetivos de rua, bem como as companhias de Força Tática, Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio) e os alunos dos cursos de Formação de Soldados e Oficiais (CFSD/CFO), como forma de atuação em estágio supervisionado.¿

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Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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