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Politec identifica homem encontrado morto em Cuiabá

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Vítima encontrada parcialmente esqueletizada no dia 20 de março deste ano, no bairro Cachoeira das Garças, em Cuiabá, foi identificada como Gildazio Mendes de Almeida, 47 anos, após trabalho integrado entre técnicos em necrópsia e papiloscopistas da Politec. 

A papiloscopista responsável pela identificação, Simone Delgado, pontuou que o exame necropapiloscópico foi complexo diante da ausência total da epiderme e perda de volume das mãos, decorrente do processo de decomposição do corpo.

“Foi necessário se utilizar técnicas de tratamento da pele espessa para obter a dilatação do tecido e espessamento das papilas epidérmicas, muito tênues e rasas na camada da derme. Após o tratamento obteve-se êxito na coleta das impressões digitais”, afirmou.

Após o tratamento e obtenção das impressões digitais de referência, esta foi comparada com as impressões digitais padrão, obtidas no prontuário civil – documento que é arquivado pela Politec mediante a expedição do documento de identidade.

Nesta quinta-feira (02.06), a vítima foi identificada após seus familiares comparecem no IML solicitando auxílio e busca pelo parente desaparecido, noticiando a ausência de registro de boletim de ocorrência.

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Técnicos em necrópsia efetuaram entrevista e levantamento de dados e informações. Em seguida, o setor de necropapiloscopia foi acionado para efetuar a pesquisa e confronto de impressões digitais da pessoa desaparecida com as impressões coletadas de vítimas sem identificação, desde a data do desaparecimento.

A papiloscopista orienta que, no caso de pessoa desaparecida, o registro do boletim de ocorrência é essencial para o início das investigações pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Polícia Judiciária Civil e pode ser feito a qualquer momento na Central de Ocorrências situada na 1032, Av. Tenente Coronel Duarte, 1020 – Dom Aquino, Cuiabá – MT ou pelo site www.delegaciavirtual.mt.gov.br

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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