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Preços médios da gasolina e etanol em Sinop e Sorriso têm queda; em Alta Floresta sobe

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A redução, este mês, no preço médio dos combustíveis em Sinop é apontada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A gasolina comum passou de R$ 6,614, em janeiro, para R$ 6,605. O preço do etanol também teve baixa. Em janeiro, custava em média, R$ 4,882 e agora R$ 4,781. O menor preço, atualmente é de R$ 4,499 e o máximo encontrado chega em R$ 4,999. A pesquisa foi em 39 postos, na região central, bairros como Palmeiras, Celeste, Violetas, dentre outros,

Só Notícias também constatou que, em Sorriso, houve pequeno recuo na gasolina que em janeiro, em média, era vendida a R$ 6,831 e agora passou para R$ 6,821. Já o etanol custava, mês passado, R$ 5,118 e atualmente a média é de R$ 4,967 nos 28 postos pesquisados pela ANP.

Em Alta Floresta, o preço subiu em fevereiro, registrando atualmente R$ 7,128 (antes era R$ 7,101) a média do litro da gasolina comum. O preço máximo encontrado foi de R$ 7,250 e mínimo está em R$ 7,090. O valor médio do etanol caiu de R$ 5,363 para R$ 5,204, na pesquisa em 17 postos.

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Só Notícias/Kelvin Ramirez (foto: assessoria)

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Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

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Abrindo a temporada de exposições 2026 da A Casa do Parque, a mostra fotográfica AURA NOIR será inaugurada nesta quinta-feira (28), às 19h, com entrada gratuita. A exposição marca a estreia da magistrada cuiabana Olinda Altomare na fotografia autoral.

Há quatro anos, ela encontrou na arte fotográfica uma forma de ampliar a percepção do mundo, transformando o ato de fotografar em uma experiência sensorial, contemplativa e de expressão artística.

A mostra reúne oito obras em preto e branco captadas em incursões pela Chapada e pelo Pantanal. Em vez do registro documental ou turístico, Altomare constrói imagens de forte densidade visual, nas quais água, mata, luz e animalidade ultrapassam a paisagem e assumem presença quase escultórica.

Ao optar pela subtração da cor, a artista reorganiza o olhar. O preto, o branco e os contrastes extremos condensam a imagem ao essencial. Uma cabeça de jacaré emerge da água como força silenciosa e ancestral.

Árvores se expandem como arquitetura orgânica. O céu estrelado deixa de ser horizonte para se tornar campo de imensidão. Mais do que uma exposição inaugural, AURA NOIR surge como um primeiro recorte de uma pesquisa imagética marcada pela contenção, pela atmosfera e pela permanência do visível.

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“Olinda constrói, em AURA NOIR, uma fotografia baseada em contenção, contraste e permanência. A subtração da cor intensifica a presença da paisagem e desloca o olhar para além do registro documental. Produzidas em fine art, com obras apresentadas também em grandes dimensões, as imagens ampliam a experiência visual e reforçam a relação entre escala e contemplação”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e curadora da exposição.

Em um tempo em que a fotografia frequentemente se dissolve na velocidade da imagem cotidiana, Olinda Altomare opera na direção contrária: desacelera o olhar e devolve peso à contemplação.

 

Serviço

Assunto: Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

Horário: 28 de maio, às 19h

Local: A Casa do Parque – R. Maj. Severino de Queiroz, 455 – Duque de Caxias II, Cuiabá

Entrada franca

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