Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Prefeito de Nova Mutum assina ordem de serviço para fazer ciclovia e área de estacionamento em Nova Mutum; R$ 830 mil

Publicados

MATO GROSSO

O prefeito Leandro Félix assinou a ordem de serviço para construir ciclovia no canteiro central da avenida das Gaivotas, na região Sul, com 2,6 quilômetros de extensão por 2 metros de largura, contando ainda com estacionamentos nos canteiros centrais, totalizando mais de 4 mil metros quadrados de construção. Os investimentos serão de R$ 830 mil e a execução começa imediatamente.

A equipe de engenharia da prefeitura fez o projeto. “Estamos investindo no bem-estar dos cidadãos e na melhoria da mobilidade urbana. A construção de ciclovias, calçadas e estacionamentos é o caminho para uma cidade mais acessível, sustentável e segura”, disse Leandro.

A prefeitura está finalizando as obras da ciclovia no canteiro central da Avenida Brasil, que também faz parte do Programa Mutum Mais e deve ser entregue até dezembro.

Participaram da cerimônia de lançamento da nova ciclovia o presidente da câmara municipal, José da Paixão, vereadores, os secretários de Gabinete, Edinaldo Nogueira, de Planejamento Estratégico, Mauro Manjabosco e empresários.

 

Só Notícias (foto: arquivo/assessoria)

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  VÍDEO: O cortejo dos policiais militares que morreram afogados no Rio das Mortes, no município de Novo Santo Antônio, durante o trabalho, na última sexta-feira
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Seciteci implanta programa Jovem Aprendiz EAD para atender jovens de 10 municípios da região Araguaia

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA