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Prefeito determina atendimento a mais de 10 mil pacientes sem agendamento nas UBSs

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Segundo um levantamento feito pela Superintendência da Atenção Primária da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá (SMS), desde o dia 7 de janeiro, as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município já realizaram 10.002 atendimentos espontâneos, após a implementação da portaria assinada pelo prefeito de Cuiabá Abilio Brunini. A medida autoriza o primeiro atendimento sem necessidade de agendamento prévio, garantindo rapidez e eficiência na atenção primária sem comprometer os atendimentos previamente agendados.

O prefeito Abilio Brunini visitou algumas unidades para verificar de perto se os atendimentos das consultas não agendadas estão sendo realizados. “Quero dizer para vocês que os postos estão atendendo, sim, às demandas espontâneas. Estou verificando unidade por unidade para garantir que esse atendimento seja, de fato, disponibilizado para a população.”

De acordo com a secretária municipal de saúde, Lucia Helena Barboza Sampaio, a iniciativa busca reduzir a sobrecarga das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), reservando-as para casos mais graves. “Nossa proposta é garantir agilidade na atenção primária, dispensando assim que as UPAs sejam procuradas por motivos mínimos”, destacou a secretária.

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Como funciona o atendimento espontâneo?

O atendimento espontâneo é destinado a situações não programadas, como urgências, emergências, orientações ou até mesmo para agendamento de consultas. A prática é realizada em Unidades de Atenção Primária à Saúde (UAPS) e envolve:

  • Chegada do paciente à unidade de saúde.
  • Avaliação inicial realizada por um enfermeiro.
  • Encaminhamento para consulta médica imediata ou, caso necessário, agendamento para outro momento.
  • Atendimento médico ou outro serviço indicado.

Esse modelo de acolhimento permite priorizar os atendimentos conforme o grau de risco ou vulnerabilidade do paciente.

Período crítico e combate a doenças sazonais

A portaria ganha ainda mais relevância em um momento no qual há um aumento expressivo de doenças transmitidas por mosquitos, como dengue, zika e chikungunya. A intensificação das chuvas favorece a proliferação do Aedes aegypti, principal vetor dessas arboviroses. Com isso, garantir um fluxo ágil de atendimento nas UBSs ajuda a identificar e tratar precocemente os casos, desafogando as UPAs e reforçando o sistema de saúde municipal.

A medida já apresenta resultados significativos, mostrando o compromisso da administração em otimizar os serviços de saúde e atender com eficiência a população.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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