MATO GROSSO
Prefeito: “Esse governo pensa nas pessoas, não só em infraestrutura, mas em saúde, educação e no social”
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O governador Mauro Mendes autorizou, nesta quinta-feira (09.06), durante visita ao município de Barra do Garças, a retomada das obras de construção dos conjuntos habitacionais Residencial Carvalho I, II e III. Ainda foram anunciadas novas licitações e investimentos que totalizam R$ 57,7 milhões para cinco municípios da região.
Os três conjuntos habitacionais são fruto de parceria da Prefeitura de Barra do Garças com a Caixa Econômica Federal, mas estavam com as obras paralisadas. Para a retomada, o Estado entrou com a contrapartida de R$ 11,6 milhões.
“Esse é um governo de inclusão, de visibilidade, que pensa nas pessoas, não só em infraestrutura, mas em saúde, educação e no social. Não é apenas a entrega de um papel que acontece hoje, mas a realização de um sonho de mais de 30 anos”, destacou o prefeito do município, Adilson Gonçalves, que recebeu a autorização para R$ 29,7 milhões em investimentos, por meio de convênios.
O governador Mauro Mendes pontuou que, embora o entrave para a conclusão da obra fosse relacionado à Prefeitura e a Caixa Econômica, a dificuldade afetou diretamente 1,5 mil famílias mato-grossenses e, por isso, diante do momento em que o Estado vive, com recursos para novos investimentos, o Governo do Estado decidiu solucionar a questão.
“Me cortava o coração vir em Barra do Garças e ver 1,5 mil casas, que já estão quase prontas, com as obras paralisadas. São 1,5 mil famílias sonhando com aquilo há muito tempo. Seria muito fácil dizer que não era um problema do Governo do Estado, mas, por ter tido as condições, estamos ajudando a solucionar, colocando quase R$ 12 milhões para que essas famílias possam realizar seus sonhos”, comentou.
Durante a visita, o governador Mauro Mendes também autorizou a regularização fundiária de 479 casas, a ser realizada por meio do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), e a abertura de quatro processos de licitação, sendo dois para manutenção do asfalto em dois trechos da MT-100, e dois para a reforma de escolas estaduais.

Os trechos da rodovia que passarão por manutenção e receberão investimentos de R$ 14,1 milhões estão localizados entre Pontal do Araguaia e Torixoréu (R$ 7,6 milhões), e entre Barra do Garças e Araguaiana (R$ 6,5 milhões). Na semana passada o Governo do Estado entregou outros 67 quilômetros de asfalto na MT-100, garantindo 100% de asfalto no trecho que liga Alto Araguaia a Barra do Garças.
Apenas para Barra do Garças, também foram autorizadas licitações para a reconstrução das escolas estaduais Dom José Selva, no setor Campinas, e Jardim do Ypês, no bairro Jardim dos Ipes, que, juntas, têm orçamento estimado de R$ 12 milhões, e feita a entrega de um ônibus escolar para garantir a segurança no transporte dos estudantes.
O governador Mauro Mendes ainda autorizou a formalização de seis convênios para a reforma e ampliação do Parque Águas Quentes, construção da sala de tiro do 5º Comando Regional da PM, realização do projeto Vivendo o Atletismo, compra de cimento para construção de calçadas, e reforma das cercas e sanitários dos campos de futebol do bairro Zeca Ribeiro e do ginásio Arnaldo Martins. Juntos, os investimentos somam mais de R$ 5,7 milhões.
A comitiva também aproveitou a passagem por Barra do Garças para vistoriar as obras de construção do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case), que recebeu investimento de R$ 13,9 milhões. A previsão é que o espaço seja entregue até dezembro deste ano.
“Felizmente, hoje, o Estado de Mato Grosso é o Estado que mais investe no Brasil. É um Estado que tem uma administração, uma gestão, que tem conseguido fazer com que tenhamos um vale da prosperidade, diante de tantas obras que estão sendo lançadas em todas as regiões”, destacou o senador Wellington Fagundes, que acompanhou a agenda com o governador.

Mais investimentos
Também receberam investimentos os municípios de Pontal do Araguaia, Araguaiana, General Carneiro e Novo São Joaquim. Juntos, os convênios firmados com as prefeituras somam mais de R$ 28 milhões.
Para Pontal do Araguaia foi destinado R$ 1,7 milhão, com a entrega de um ônibus escolar (R$ 279,2 mil) e autorização de dois convênios, sendo um para fornecimento e instalação de 758 lâmpadas de LED (R$ 308,8 mil), e para substituição de ponte de madeira por aduela de concreto (R$ 1,1 milhão). Ainda, foram autorizadas as análises de convênios para a reforma do ginásio poliesportivo Eduardão, para a construção do complexo esportivo público municipal, e para a revitalização da Avenida Universitária.
Por sua vez, Araguaiana recebeu R$ 4,8 milhões. O valor contempla a entrega de um ônibus escolar (R$ 361.080) e assinatura de convênios para fornecimento e instalação de 337 lâmpadas de LED (R$ 145,1 mil), implantação de calçada em diversas ruas (R$ 360,3 mil), compra de material para o asfaltamento de diversas ruas (R$ 1,7 milhão) e compra de material para manutenção de asfalto (R$ 2,2 milhões).
Já para General Carneiro foram R$ 12,4 milhões. O município também recebeu um ônibus escolar (R$ 361.080), e teve autorizada a licitação para asfaltamento da MT-107 (R$6.865.055). Ainda, foram autorizados convênios para implantação de calçadas (R$ 1 milhão), asfaltamento de vias urbanas (R$ 1,1 milhão), construção de ponte de concreto sobre o Córrego do Macaco (R$ 1,6 milhão) e obra de drenagem de águas em diversas ruas (R$ 1,5 milhão).
Novo São Joaquim também foi contemplado com duas autorizações de convênio, que somam R$ 9,9 milhões. O montante deve ser usado para a restauração e conservação de diversas ruas (R$ 6,8 milhões) e para construção de 50 unidades habitacionais (R$ 3,1 milhões).

O senador Fábio Garcia ressaltou que todos os investimentos apenas são possíveis porque, no início da gestão, foram adotadas medidas duras para que pudesse ser restabelecida a gestão fiscal de Mato Grosso, que, hoje, é o Estado que mais investe na população.
“É o que mais investe em estradas, em educação, com reforma das escolas, entrega de ônibus e melhorias no sistema de ensino, é o que mais investe na saúde, entregando seis novos hospitais regionais, e é o que mais investe em habitação: serão 15 mil moradias entregues pelo Estado de Mato Grosso. Isso só é possível porque o governador Mauro Mendes trata o dinheiro público com responsabilidade, cuidando de cada centavo do dinheiro do mato-grossense. Então, você, Mauro, entrega de volta o Estado de Mato Grosso para as pessoas, que é o que importa”, discursou.
O deputado estadual Max Russi também pontuou as parcerias do Governo do Estado com os deputados da Assembleia Legislativa desde o início da gestão, que foram importantes para a adoção das medidas necessárias para o reequilíbrio econômico e fiscal do Estado, e afirmou que a Assembleia Legislativa está de portas abertas para mais parcerias que visem a melhoria da qualidade de vida da população.
“Vendo hoje essa entrega de títulos, pessoas idosas sonhando com esse documento, e o Governo do Estado chegando com mais essa ação importante, reafirmo que estamos lá na Assembleia para dar o apoio necessário para que a gente possa construir esse Estado de oportunidades, com esse governo que olha para os 141 municípios e chega fazendo investimentos, ações e trazendo melhor qualidade de vida”, declarou.
Acompanharam o governador na agenda os senadores Wellington Fagundes e Fábio Garcia, os deputados federais Nelson Barbudo, Neri Geller e Juarez Costa, os deputados estaduais Ondanir Bortolini (Nininho), Max Russi, Dr Eugênio, Xuxu Dal Molin, Elizeu Nascimento e Dr João. Também, os prefeitos de Pontal do Araguaia, Aldecino Lopo, de Araguaiana, Getúlio Vieira Neto, de General Carneiro, Marcelo de Aquino, e de Novo São Joaquim, Leonardo Zampa.
Ainda, os secretários de Estado Rogério Gallo (Casa Civil), Laice Souza (Comunicação), Marcelo de Oliveira (Infraestrutura), Alan Porto (Educação) e Maurício Munhoz (Ciência, Tecnologia e Inovação), entre outras lideranças locais.
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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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