MATO GROSSO
Prefeito: “Nós sentimos segurança nesse governo; dinheiro dos convênios já está na conta”
MATO GROSSO
O governador Mauro Mendes esteve na manhã desta sexta-feira (10.06) no município de Confresa (a 1.160 km de Cuiabá) onde assinou a ordem de serviço para o início das obras do Hospital Regional do Araguaia, com investimento de R$ 116,7 milhões, e autorizou obras e convênios para nove municípios da região.
Somente para Confresa, os novos convênios somam R$ 10,1 milhões de investimento.
O governador também inspecionou as obras de restauração de 120,3 km da MT-430/437, que liga o município ao trevo do Natanael.
O prefeito de Confresa, Ronio Condão, destacou que, há quatro anos, o governador Mauro Mendes fez o compromisso com os prefeitos que depois de arrumar o Estado iria construir os hospitais regionais, que seria um presente para cada região, e assim foi feito.
“Sempre tivemos muitas promessas e muitas falas de governos passados, que só vieram aqui pra lançar a obra desse hospital e ficava por isso mesmo. Mas agora é diferente, pois já tem projeto, licitação e o dinheiro na conta para construir. Agora podemos acreditar que o nosso hospital será construído. Por isso, nós prefeitos sentimos segurança nesse governador que está à frente do nosso Estado, e o dinheiro dos convênios também já está na conta. Muito obrigado por esse presente grandioso que vai atender toda a nossa região”, pontuou.

Além de Confresa, os convênios assinados beneficiam os municípios de Santa Cruz do Xingu (R$ 6,3 milhões), São Félix do Araguaia (R$ 12,2 milhões), Bom Jesus do Araguaia (R$ 78,8 milhões), Alto Boa Vista (R$ 9,4 milhões), Canabrava do Norte (R$ 9,7 milhões), Luciara (R$ 3,7 milhões), São José do Xingú (R$ 73,8 milhões) e Porto Alegre do Norte (R$ 29,9 milhões).
“Alguns anos atrás, quando andava por essa região ouvia da população que aqui era o Vale dos esquecidos. E hoje é uma alegria voltar aqui e ver o sorriso e a alegria das pessoas, porque aqui agora é o Vale da prosperidade, ou seja, está muito melhor e vai ficar muito mais ainda. Graças a Deus estamos conseguindo colocar o Estado em ordem”, destacou o governador.
Mauro Mendes ressaltou ainda que ao assinar esses convênios com os municípios, o Estado está cumprindo o seu papel perante o cidadão.
“Esse dinheiro investido aqui nos municípios é do cidadão, é do povo, dos impostos que nós pagamos, O papel do Estado e do poder público é aplicar corretamente esse dinheiro e produzir o resultado e isso que nós temos feito. O dinheiro do hospital está na conta e o prazo é de 24 meses para ser concluído e nós vamos cobrar da empresa que entregue a obra nesse prazo e com a qualidade necessária”, observou.
O Hospital Regional do Araguaia contará com 111 leitos de enfermaria e 40 UTIs, entre adultas, pediátricas, neonatal e unidade semi-intensiva neonatal, para atendimento na média e alta complexidade. O investimento será de R$ 116,7 milhões.
A unidade de Saúde também vai ter 10 consultórios médicos, 2 consultórios para atendimento a gestantes, 6 salas de centro cirúrgico, além de espaços para banco de sangue, banco de leite materno e realização de exames, como tomografia e colonoscopia. A previsão é que a obra do hospital seja finalizada em até dois anos.
“O sonho desse hospital aqui no Araguaia começou lá em 2010, mas precisou o Governador Mauro Mendes assumir esse governo para tornar esse sonho realidade. É o vale dos esquecidos se tornando, agora, o vale da esperança e do progresso. É por isso que caminhamos ao lado do governador para que este estado se desenvolva cada vez mais”, destacou deputado federal Juarez Costa.
O senador Wellington Fagundes falou da importância das parcerias entre o Governo com os deputados e senadores para trazer tantas melhorias para o Estado.
“O nosso Mato Grosso é hoje um Estado de prosperidade. E estou muito feliz porque uma verdadeira parceria está acontecendo nesse Estado. Estamos construindo uma aliança que vai trazer muito mais desenvolvimento, mais progresso, mais oportunidades e, principalmente, esperança para toda a população mato-grossense”, ressaltou.
O deputado Nininho destacou que tudo o que está acontecendo no Estado é graças à competência e o compromisso que o governo tem com o dinheiro público.
“Desde o primeiro dia nós acreditamos no seu governo. Tivemos governos passados que vieram lançar a obra desse hospital e ficou só nisso, e nada de obra e nunca deram assistência para a saúde e graças a esse governo, que teve a sensibilidade e recuperou a economia deste estado, hoje temos uma gestão que nos orgulha de fazer parte, que faz a diferença na vida das pessoas”, disse Nininho.
Mais convênios
Para Porto Alegre do Norte o governador assinou autorização de convênios (R$ 29,9 milhões), que incluem asfalto novo, drenagem e passeio público na avenida Perimetral e no bairro Boa Esperança; para asfaltar, sinalizar e construir calçadas em cinco avenidas; construção de ponte de concreto sobre o rio Sabino, entre Nova Floresta e Porto Alegre do Norte; asfaltamento da MT-550; construção de cerca no aeroporto; para entrega de 1.699 luminárias de LED do MT Iluminado; entrega de um rolo compactador e outros dois rolos compactadores para o Consórcio Cidesa.
O município de Santa Cruz do Xingú recebeu autorização de convênios (R$ 6,3 milhões) para asfaltar, fazer drenagem e sinalização viária de 14 ruas; para compra de material para manutenção do asfalto de 22 ruas; para adequação do sistema de abastecimento de água. E ainda a entrega de uma escavadeira e um ônibus escolar.
Para o Alto da Boa Vista, o governador autorizou convênios (R$ 9,4 milhões) para asfaltamento e drenagem em 14 ruas e avenidas; asfalto em outras 13 ruas; construção de quadra poliesportiva Society; asfalto em diversas ruas e a entrega de uma escavadeira.
Em Luciara autorizou convênio (R$ 3,7 milhões) para asfaltamento, drenagem em 14 ruas e a cessão de uma pá carregadeira.
Canabrava do Norte recebeu autorização de convênios (R$ 9,7 milhões) para construção de campo de futebol Society; para drenagem, asfaltamento e sinalização da Avenida Pedro Ferreira Luz; para a entrega de 919 luminárias de LED MT Iluminado; e autorização para construção de calçadas e rampa de acessibilidade.
O município de São Félix do Araguaia também recebeu autorização de convênios (R$ 12,2 milhões) para asfaltamento em sete ruas e para aquisição de material para asfalto em 36 ruas e avenidas.
Para São José do Xingu, o governador autorizou convênios (R$ 73,8 milhões) para asfalto novo em três ruas; para asfaltamento no Distrito de Santo Antônio do Fontoura I; entrega de uma pá carregadeira e um rolo compactador; e para licitar 52,7 km de asfalto novo na MT-322.
O governador autorizou ainda convênios (R$ 78,8 milhões) em Bom Jesus do Araguaia para construção de calçadas; para asfaltar 10 ruas e avenidas; entrega de uma motoniveladora e uma pá carregadeira; para compra de material para asfaltar 9 ruas e avenidas; entrega de 1.235 luminárias de LED MT Iluminado; e para licitar 36,6 km de asfalto novo na MT-322, trecho entre Bom Jesus do Araguaia e a BR-158 (Alô Brasil).
Acompanharam o governador na agenda os senadores Wellington Fagundes e Fábio Garcia, os deputados federais Nelson Barbudo, Neri Geller e Juarez Costa, os deputados estaduais Ondanir Bortolini (Nininho), Max Russi, Dr Eugênio, Xuxu Dal Molin e Dr João. Também, os prefeitos dos municípios da região.
Ainda, os secretários de Estado Rogério Gallo (Casa Civil), Laice Souza (Comunicação), Marcelo de Oliveira (Infraestrutura), Alan Porto (Educação) e Maurício Munhoz (Ciência, Tecnologia e Inovação), chefe de Gabinete, tenente coronal Jordan, entre outras lideranças locais.
Nesta quinta-feira (09) o governador também esteve nos municípios de Barra do Garças, Nova Nazaré, Água Boa e nesta sexta-feira (10.06) visita Vila Rica para vistoriar obras e assinar novas autorizações para convênios em municípios da região. O Governo de Mato Grosso investe mais de R$ 425 milhões nestas cidades.
Investimentos em Confresa
Em três anos, o Governo de Mato Grosso já investiu mais de R$ 214 milhões em segurança pública, saúde, obras de infraestrutura, e ações sociais e culturais no município de Confresa.
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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