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Prefeito sanciona o ‘passe livre’ e tarifa de ônibus cai em Lucas do Rio Verde

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O prefeito Miguel Vaz autorizou, hoje, baixar de R$ 4,89, cai para R$ 4,50 a tarifa de ônibus na cidade para quem utiliza o Sistema de Bilhetagem Eletrônica (SBE).  A medida vale a partir de hoje. Para quem paga no embarque, o valor segue em R$ 5.

A medida foi viabilizada pela prefeitura com a aprovação do programa Passe Livre, pela câmara de vereadores, que garante a passagem 100% gratuita a estudantes, atletas das escolinhas esportivas, alunos das oficinas culturais, participantes de projetos sociais, PcD e idosos acima de 60 anos.

“É um ganho muito importante para esses beneficiados com o Passe Livre, mas também para outros usuários do transporte coletivo que poderão adquirir a passagem no cartão com o valor mais baixo. É a primeira vez na história que Lucas do Rio Verde vai subsidiar a tarifa do transporte coletivo, é uma atenção especial aos estudantes que pagavam meia, além da inclusão de novos públicos nesse programa”, declarou o prefeito Miguel.

Também serão beneficiados crianças com até 5 anos de idade, acompanhadas de pessoa responsável, estudantes, atletas dos programas da secretaria municipal de Esportes, participantes de outros programas e projetos sociais desenvolvidos pelo município.

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Só Notícias (foto: arquivo/assessoria)

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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