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Presidente da Fecomércio-MT e representantes sindicais participam de evento da CNC, em Brasília

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Nesta semana, o presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, participa de dois eventos voltados para formação e capacitação de representantes de sindicatos e federações do setor terciário de todo o país, o Conecta e o Sicomércio 2023. Uma comitiva formada por representantes sindicais de Mato Grosso também marca presença nos eventos, que acontecem no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília, realizados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Nos dias 10 e 11 de julho, o evento Conecta é dedicado ao compartilhamento de boas práticas entre as entidades do Sistema Comércio de todo o país, em benefício do setor empresarial. Já entre os dias 12 e 14 de julho, é a vez do Sicomércio 2023, voltado para dirigentes sindicais, que terão uma intensa imersão em cases de sucesso que poderão ser replicados ou servir de exemplo para melhor atender os empresários representados.

O presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, destaca que os eventos “vão apresentar aos participantes soluções que visam aprimorar e ampliar a atuação das federações e sindicatos perante seus representados. São eventos que se tornaram indispensáveis para o fortalecimento do Sistema Comércio, que traz pautas prioritárias para melhor representar nosso Sistema perante a classe empresarial”.

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Para isso, haverá palestras, pelo Conecta, nas áreas de marketing, inovação, inteligência de dados, finanças, comércio, sustentabilidade, turismo e representação sindical.

Pelo Sicomércio, estão previstas palestras do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, que falará sobre a economia e o comércio no Brasil; do ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso, que vai abordar o fortalecimento das negociações coletivas; e do ministro do Tribunal Superior do Trabalho Douglas Alencar Rodrigues, que vai analisar o cumprimento das cotas de aprendizagem e de pessoas com deficiência.

A comitiva de Mato Grosso conta, ainda, com a participação do vice-presidente, Marco Pessoz, que também responde pela presidência do Sindicato da Habitação do estado (Secovi-MT), do superintendente da federação, Igor Cunha, dos diretores regionais do Sesc e Senac Mato Grosso, Allan Serotini, e Edson Dahmer, respectivamente, e demais representantes de sindicatos patronais e diretoria do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/IPF-MT.

O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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