Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Museu de Arte Sacra de Mato Grosso recebe a exposição “Qual é a sua cruz?”

Publicados

MATO GROSSO


O Museu de Arte Sacra de Mato Grosso (MASMT) recebe entre os dias 13 de fevereiro e 08 de maio a exposição coletiva “Qual é a sua cruz?”. A mostra reúne 79 cruzes elaboradas por 56 artistas do Centro-Oeste brasileiro, sob a curadoria de Daisy Estrá e organização de Gervane de Paula.

Entre os artistas expositores estão: Adir Sodré, Babu 78, Benedito Nunes, Conceição Bugres, Clovis Irigaray, Dalva de Barros, Gervane de Paula, Humberto Espindola, João Sebastião, Waldomiro de Deus, Paulo Pires, entre outros nomes das artes plásticas da região.

A coleção é resultado do projeto do artista Gervane de Paula, intitulado “Sofram Comigo, vamos dividir essa cruz”, que partindo de uma necessidade própria enquanto confeccionava suas próprias cruzes, convidou os demais expositores a responder plasticamente, resultando em um conjunto de estilos e narrativas variadas.

“Trata-se de uma oportunidade rara já que não são obras de acervos públicos e sim particular, vê-las depende de proprietários altruístas, que ao dispô-las, compartilham com o público a riqueza da cultura brasileira. A coleção constrói uma narrativa imagética que acaba sendo sintética de uma das regiões mais ricas culturalmente do Brasil”, afirma Daisy Estrá.

Leia Também:  54,6% desaprovam gestão de Lula; 38,9% a avaliam como péssima

As temáticas abordam fenômenos transitórios da realidade cotidiana sobre cruzes de madeira trabalhadas com cores quentes e fortes, entremeadas por materiais inusitados como chifres, couro de boi, casco e ossos de animais, pedras, cerâmica, lata, borracha, tecido, plástico e tantos outros materiais, que formam uma complexa rede que exprime o universo simbólico de cada artista.

A exposição “Qual é a sua cruz?” se propõe a apresentar ao visitante o Centro-Oeste brasileiro de forma poética. “Não há no projeto uma linha estética engessada e pode-se ver produções mais acadêmicas até arte urbana altamente contestadora e politizada. O que as une no conjunto é a criação de uma espécie de RG artístico da região em que atuam, trazendo nomes de gerações distintas para conversar com a contemporaneidade”, finaliza Daisy Estrá.

O Museu de Arte Sacra de Mato Grosso está localizado no prédio do Seminário Nossa Senhora da Conceição, ao lado da Igreja Nossa Senhora do Bom Despacho, em Cuiabá. O MASMT é um dos equipamentos culturais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT).

Leia Também:  Secretaria de Segurança realiza operação de combate a delitos e ações criminosas

Serviço

Exposição “Qual é a sua cruz?”

Quando: de 13 de fevereiro a 08 de maio de 2022

Visitação: de quarta-feira a domingo, das 09h às 17h

Local: Museu de Arte Sacra de Mato Grosso, localizado na rua Clóvis Hugney, praça do Seminário, nº 239 – Cuiabá-MT

*Com informações da assessoria

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Ação integrada da PM e PRF apreende 200 quilos de drogas em Barra do Garças

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA