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Harmonização de cervejas e chocolate eleva a experiência da Páscoa; confira as dicas da especialista do Grupo Petrópolis

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Marcada por momentos de celebração, união e tradições culturais, a Páscoa carrega um significado especial na vida de milhões de brasileiros. Mais do que os almoços em família e os tradicionais chocolates, a data passou a refletir uma mudança no comportamento do consumidor, que busca por experiências gastronômicas mais completas.

Segundo Ana Paula Nicolino, sommelier de cervejas do Grupo Petrópolis – maior cervejaria com capital 100% nacional -, a harmonização entre cervejas e chocolate pode parecer inusitada à primeira vista, mas, quando bem explorada, revela inúmeras possibilidades de combinações para todos os gostos. “A harmonização abre espaço para que sejam exploradas combinações que valorizam sabores, texturas e aromas, proporcionando uma degustação versátil, que se adapta a diferentes ocasiões e perfis de paladar, aguçando o lado sensorial dos consumidores”, aponta a especialista.

Para quem quer experimentar, algumas dicas podem fazer toda a diferença no resultado.

O QUE COLOCAR PRIMEIRO NA BOCA: CHOCOLATE OU CERVEJA?

Na maioria dos casos, o ideal é iniciar com o chocolate, permitindo que ele envolva o paladar com sua cremosidade e dulçor. Em seguida, a cerveja entra como complemento, destacando novas camadas de sabor. No caso do chocolate branco, a dica é deixar derreter brevemente na boca antes de um gole, isso ajuda a integrar melhor os sabores entre os elementos do chocolate, que é mais doce, com notas de baunilha, frutas cítricas ou castanhas. .

 

A TEMPERATURA DA CERVEJA IMPORTA?

A temperatura da cerveja influencia diretamente na experiência de harmonização. Quando muito gelada, pode reduzir a percepção aromática e acentuação do amargor. Já em temperaturas mais altas, pode perder o frescor. Por isso, respeitar a faixa indicada para cada estilo ajuda a equilibrar melhor a harmonização.

 

QUAIS OS MELHORES ESTILOS PARA HARMONIZAR COM CHOCOLATE?

Cervejas muito leves e suaves, como o estilo American Lager, tendem a desaparecer diante da intensidade do chocolate. O oposto também interfere: rótulos muito amargos, como as IPAs, podem gerar desequilíbrio, se sobrepondo ao dulçor e às nuances do cacau. O ideal é buscar estilos com maior presença de malte e perfil mais equilibrado.

Para facilitar, o Grupo Petrópolis reuniu algumas sugestões práticas de harmonização que podem ser replicadas facilmente em casa com rótulos da marca Black Princess – linha premium da companhia com ampla variação de sabores e estilos disponíveis, premiados pelos principais concursos de cerveja do Brasil e do mundo.

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CHOCOLATE AMARGO – CONTRASTE QUE FUNCIONA

O chocolate amargo possui sabor mais intenso, com amargor marcante e combina com cervejas mais adocicadas, como a Black Princess Tião Bock. A cerveja traz as notas de tosta e toffee em sua composição de maltes, além da adição de rapadura, um toque brasileiro num legitimo estilo alemão German Bock. O ideal para harmonização com chocolate é que a temperatura da cerveja esteja entre 8 °C a 10 °C.

 

 

 

CHOCOLATE MEIO AMARGO – CREMOSIDADE É DECISIVA NO MATCH

Por sua vez, o chocolate meio amargo pede uma combinação que considere amargor, dulçor e cremosidade. Com amargor médio-alto e base maltada, a Black Princess APA-82 cria um contraste elegante, resultando em uma harmonização intensa e equilibrada. O ideal é que a temperatura da cerveja esteja entre 8 °C e 10 °C.

 

 

CHOCOLATE AO LEITE – CERVEJAS ESCURAS SÃO PRINCIPAL INDICAÇÃO

Por apresentar um perfil sensorial mais suave, doce e cremoso, o chocolate ao leite harmoniza bem com cervejas escuras, especialmente aquelas que apresentam maltes torrados e alta carbonatação. Essas cervejas oferecem um caráter mais refrescante e ajudam a equilibrar o paladar. A cerveja Black Princess Dark é um exemplo de combinação ideal. Para melhor experiência sensorial, recomenda-se servir a cerveja entre 6 °C e 8 °C.

 

 

 

CHOCOLATE BRANCO – LEVEZA E FRESCOR

Mais doce e naturalmente cremoso, o chocolate branco pede cervejas leves, refrescantes e aromáticas, como a Black Princess Doctor Weiss. Para aproveitar melhor a combinação, experimente deixar o chocolate derreter lentamente na boca e, em seguida, dar um gole da cerveja. O resultado é uma sensação de mais frescor e leveza, com sabores que se integram de forma delicada. Para a melhor experiência, sirva a cerveja entre 6 °C e 8 °C.

 

 

 

CHOCOLATES RECHEADOS – COMBINAR POR SEMELHANÇA

Mesmo em suas variadas texturas, intensidades e ingredientes – como licores, frutas, castanhas ou caramelo -, as melhores combinações envolvem cervejas com características semelhantes. Chocolates com caramelo, por exemplo, harmonizam bem com a Black Princess Tião Bock, enquanto os recheados com frutas vermelhas ou castanhas possuem maior equilíbrio com a Black Princess Miss Blonde. A temperatura ideal está entre 8 °C e 10 °C, faixa que permite melhor notabilidade de aromas e nuances.

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SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks, Cabaré Ice, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; os refrigerantes It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Em 2017, o Grupo criou o programa de consumo consciente Saber Beber, que orienta consumidores sobre o consumo responsável de bebidas alcoólicas. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis.

 

SOBRE A BLACK PRINCESS – Criada na Serra Fluminense em 1882, desde então a Black Princess vem conquistando os mais exigentes apreciadores de cerveja. Hoje conta com oito rótulos: Black Princess Gold, Black Princess Dark, Black Princess Doctor Weiss, Black Princess Let’s Hop, Black Princess Miss Blonde, Black Princess Back to the Red, Black Princess Tião Bock e Black Princess APA-82. Saiba mais sobre a cerveja em www.cervejablackprincess.com.br e @cervejablackprincess

 

SOBRE A PETRA – A Petra é uma marca de cervejas desenvolvida seguindo a melhor tradição cervejeira mundial. Cada um dos estilos carrega a história de respeito aos preceitos essenciais de processos e matérias primas, sem ceder a modismos ou experimentações. Prezando pela harmonização, Petra apresenta rótulos que agradam aos mais exigentes paladares: Petra Origem Puro Malte, Petra Aurum, Petra Schwarzbier, Petra Bock, Petra Weiss Bier, Petra Stark Bier e Petra Origem Escura Premium. A Petra é parceira do Saber Beber, programa que incentiva o consumo consciente de álcool, reforçando que o ato de beber não é um problema, desde que seja feito de forma consciente e responsável. Saiba mais sobre a cerveja em www.cervejapetra.com.br e @cervejapetra.

Para mais informações:
Néctar Comunicação Corporativa – grupopetropolis@nectarc.com.br

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Prorrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso

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O Governo de Mato Grosso prorrogou até 31 de dezembro de 2026 o crédito presumido do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) concedido por meio do Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder) para atividades da suinocultura. O benefício, que mantém o percentual de 75% de incentivo nas operações interestaduais com suínos vivos, terminaria no dia 31 de abril, mas foi estendido até 31 de dezembro de 2026, garantindo fôlego ao setor produtivo em um momento de desafios econômicos.

A medida atende a uma demanda apresentada pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), com apoio institucional do Fórum Agro, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo) e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

De acordo com a Resolução nº 269/2026 do Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat), publicada após a 33ª Reunião Extraordinária do colegiado, realizada no mês de março, fica autorizada a manutenção da fruição cumulativa de benefícios fiscais nas operações interestaduais de suínos destinados ao abate, engorda, reprodução, cria e recria.

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Na prática, o incentivo mantém reduzida a carga tributária nas saídas interestaduais de suínos vivos, assegurando maior competitividade aos produtores mato-grossenses no mercado nacional. O mecanismo combina crédito outorgado e redução de base de cálculo do ICMS, conforme previsto em convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e regulamentações estaduais.

A prorrogação ocorre em um contexto de pressão sobre os custos de produção e margens do setor, especialmente diante de oscilações de mercado e aumento de custos operacionais. Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a manutenção do incentivo fiscal contribui para preservar a atividade, estimular investimentos e garantir previsibilidade aos produtores.

“Esse incentivo é fundamental não só para o desenvolvimento da suinocultura de Mato Grosso como a manutenção de produtores na atividade, visto que o primeiro trimestre foi de desvalorização do preço pago ao produtor. Para se ter uma ideia, iniciamos o ano com R$ 8,00 pago ao produtor por cada quilo do animal vivo, e agora no início de abril esse valor está em R$ 6,20, uma queda de 22% aproximadamente”, pondera Frederico.

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Com a decisão, o setor suinícola ganha mais tempo para enfrentar o atual cenário econômico, enquanto entidades representativas seguem dialogando com o poder público em busca de medidas estruturais que contribuam para a sustentabilidade da produção em Mato Grosso.

O Proder é um dos principais instrumentos de incentivo ao desenvolvimento rural no estado, permitindo a concessão de benefícios fiscais a segmentos estratégicos da agropecuária, com foco na agregação de valor, geração de emprego e fortalecimento da competitividade.

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