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Prestes a embarcarem para a Inglaterra, estudantes se reúnem na Seduc, recebem kit viagem e destacam benefícios da oportunidade

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Prestes a embarcarem para a Inglaterra, os 100 estudantes da rede estadual de ensino de Mato Grosso beneficiados com o Programa Intercâmbio MT no Mundo se reuniram na Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), nesta quinta-feira (24.08), receberam kits para a viagem e bateram um papo com professores e autoridades. A ação da pasta teve o objetivo de reforçar o apoio, o cuidado e o comprometimento com os alunos antes da viagem, nesta sexta-feira (25). Eles irão acompanhados por monitores certificados pelo governo britânico.

No evento, a primeira-dama de Mato Grosso e embaixadora do programa MT no Mundo, Virginia Mendes, afirmou que o intercâmbio será um momento importante para eles ampliarem o conhecimento.

“Essa é uma oportunidade única para os estudantes aprimorarem os conhecimentos na língua inglesa e conhecer a cultura da Inglaterra. Com certeza portas se abrirão ainda mais para eles. Imagino o orgulho dos familiares, por 21 dias os grupos conhecerão lugares incríveis acompanhados de monitores. Desejo uma ótima viagem e sucesso, aproveitem ao máximo que puderem”, desejou a primeira-dama.

O estudante Henrique Martins, da Escola Estadual Padre Johannes Berthold Henning, no Distrito de Ranchão, região de Nova Mutum, disse que o acolhimento demonstra segurança para realizar o intercâmbio com tranquilidade.

“Levando em consideração a importância do intercâmbio na vida de todos nós, demonstrar esse tipo de cuidado com o preparo dos kits, as orientações e o acompanhamento dos monitores, é uma forma de garantir compromisso com os estudantes”, disse.

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A jovem Ana Julia Ferst, da Escola Estadual 12 de Abril, localizada no município de Terra Nova do Norte, disse que o acolhimento é essencial para os estudantes, pois representa zelo e dedicação com os viajantes.

“É muito gratificante fazer parte do grupo de intercambistas e receber o apoio da Seduc em nos receber e oferecer apoio através dos monitores e dos psicológicos. Essa oportunidade vai nos trazer muitos benefícios intelectuais e culturais”, afirmou.

A empolgação com a viagem também é compartilhada pelo estudante Diego Junior Assunção, da Escola Estadual José de Lima Barros, no município de Nossa Senhora do Livramento. Ele contou que tem se dedicado cada dia mais nos estudos e que a experiência fará parte do currículo profissional dele.

“Eu tenho estudado diariamente para melhorar e poder conversar com as pessoas na Inglaterra. Uma experiência como essa desperta o nosso interesse pela comunicação em outros idiomas”, contou.

Já o secretário chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, reiterou o compromisso do governo em avançar com a Educação por todos os cantos de Mato Grosso. “Há muito tempo o governador Mauro Mendes tem a intenção de proporcionar novas experiências aos estudantes da Rede Pública, é a realização de um sonho para todos nós”, expôs.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, comemorou o encontro com os jovens que iniciam a trajetória rumo à Inglaterra e destacou que nunca houve um investimento como esse na educação estadual.

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“O programa de intercâmbio MT no Mundo, faz parte da política de valorização dos profissionais da educação, contemplada nas 30 políticas educacionais do Plano Educação 10 anos, que objetiva colocar a educação pública de Mato Grosso entre as cinco mais bem avaliadas do país até 2032. Isso é histórico. É uma conquista para todos esses estudantes, professores e profissionais que sonharam com esse momento”, destacou o secretário.

Para a professora de língua inglesa e monitora de um dos grupos, Ligia Christie Coelho, essa experiência irá transformar a vida dos jovens.

“É uma sensação indescritível. Para nós como monitores, para os pais e, principalmente, para os estudantes, é extremamente gratificante fazer parte desse sonho”, afirmou.

Já para Nadir Claudino da Silva, formadora de Língua Inglesa na Diretoria Regional de Educação de Cuiabá, que também deverá monitorar os estudantes, o programa representa um investimento valioso na educação e no aprendizado.

“Como monitora, meu objetivo é contribuir para que esses 21 dias sejam de crescimento e desenvolvimento para esses estudantes. Tenho certeza de que eles retornarão com uma bagagem cultural e experiencial inestimável, prontos para enfrentar novos desafios e oportunidades”, finalizou.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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