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Primeira-dama de MT afirma que novo pronto atendimento infantil representa o compromisso do Governo em garantir saúde de qualidade

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, juntamente com o governador Mauro Mendes, participou nesta quarta-feira (03.04) da entrega do novo pronto atendimento infantil do Hospital Estadual Santa Casa. Ao todo, foram investidos R$ 3 milhões na reforma e modernização completa do setor. 

A capacidade diária de atendimento do pronto atendimento é de 120 pacientes tanto da Baixada Cuiabana quanto de outros municípios do Estado.

Virginia Mendes, madrinha da unidade, comentou a importância do recurso investido para a população. “Cada centavo investido, não apenas modernizou as instalações, mas também proporcionou um ambiente acolhedor e ainda mais seguro para que nossas crianças recebam o cuidado que merecem”, disse.
Foto: Jana Pessôa/Unaf

A primeira-dama do Estado agradeceu a dedicação da diretora-geral da unidade, Patrícia Neves, o compromisso do Governo do Estado e do secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

“Essa reforma representa o compromisso do atual Governo em garantir que as famílias do nosso Estado tenham acesso a serviços de saúde de qualidade, especialmente quando se trata das crianças, e também o trabalho incansável do secretário Gilberto Figueiredo. Agradeço de coração a dedicação da diretora Patrícia Neves, que não mede esforços para fazer o melhor por esta unidade. Não tem dia e nem hora, ela está sempre pronta para acompanhar as demandas, bem como sua equipe”, reconheceu Virginia Mendes.
Foto: Jana Pessôa/Unaf

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Para a diretora Patrícia Neves, desde que o hospital passou a ser do Estado, as melhorias tem sido constantes. “A mudança em nossa unidade, que é histórica com 200 anos de atuação, depois que o Governo do Estado assumiu, é visível. A nossa madrinha, Virginia Mendes, é totalmente atenciosa com a Santa Casa. A unidade é voltada para o atendimento infantil, nas clínicas cirúrgicas, nefrológicas. Ela é realmente atuante, participa de todas as condições estruturais e existenciais desta unidade”, pontuou a diretora-geral.

O secretário Gilberto Figueiredo ressaltou a atenção, a cuidado e a relação da primeira-dama Virginia Mendes com a Santa Casa. “A Virginia tem um carinho muito grande por todas as unidades hospitalares, mas quando se trata de criança é ainda mais. Desde o início, quando a Santa Casa se tornou estadual, Virginia Mendes visita com frequência e sempre nos cobra melhorias”, citou o secretário.
Foto: Jana Pessôa/Unaf

O deputado estadual Júlio Campos ressaltou, durante a inauguração do setor pediátrico, que o atual Governo deixará um legado na área da saúde.

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“No setor da saúde, o governador Mauro Mendes será referência, deixando o Estado com mais de dois mil novos leitos hospitalares. Parabéns à dona Virginia Mendes, que está sempre cuidando das crianças com o carinho que elas merecem”, afirmou. 

Fonte: Governo MT – MT

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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