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Primeira-dama de MT articulou com o Governo mais de R$ 1,2 milhão para assistência social em Itanhangá

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O município de Itanhangá (a 506 km de Cuiabá) completa 23 anos nesta quarta-feira (29.03) com muitos motivos para comemorar. Só na área de assistência social o Governo de Mato Grosso já investiu mais de R$ 1,2 milhão para melhorar a qualidade de vida dos moradores. Uma das iniciativas é o programa SER Família, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, para atender pessoas em situação de vulnerabilidade social, além de outras ações desenhadas e aprimoradas pela primeira-dama do Estado.

O programa é executado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), através da secretaria adjunta de Programas e Projetos Especiais e Atenção à Família (Sappeaf).

“Saber que estamos conseguindo atingir o objetivo de ajudar as pessoas que mais precisam nos motiva a trabalhar ainda mais, porque estamos vendo os frutos colhidos. Graças a atenção que o governador dá às pautas do social podemos pensar e articular ações que vão ao encontro do nosso povo, além dos comprometimentos das equipes envolvidas, Setasc e Unaf e no município. A população itanhangaense pode contar com nosso compromisso de trabalhar cada vez mais e entregar resultados eficientes e com qualidade. Parabéns, Itanhangá!”, manifestou a primeira-dama do Estado, Virginia Mendes.

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A secretária interina de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Grasielle Bugalho, ressalta que, no período da covid-19, o Estado concedeu o SER Família Emergencial que atendeu a todos os 141 municípios.

“É com essa dedicação do Governo e da nossa primeira dama Virginia Mendes, com a sua visão para o social, que o SER Família agora é lei. Todas as famílias em situação de extrema vulnerabilidade serão cadastradas nesse programa, que na verdade é uma continuidade das ações na assistência social em Mato Grosso”, disse a secretária.

O prefeito de Itanhangá, Edu Laudi Pascoski, afirmou que as ações do Governo de Mato Grosso, em especial o trabalho da primeira-dama Virginia Mendes, é extraordinário e que nunca houve tantos investimentos no município.

“Nós só temos a agradecer ao governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes pelo trabalho desenvolvido no estado. Nunca uma gestão investiu e auxiliou tanto os municípios, principalmente os de pequeno porte, como Itanhangá”, disse.

Edu Pascoski ainda ressaltou a importância do programa SER Família Emergencial para atender a demanda de famílias durante o auge da pandemia de covid-19. “O programa Ser Família Emergencial foi fundamental para as famílias que não estavam sendo assistidas pelos programas do governo federal. Ele chegou em um momento crucial no nosso município”, lembrou.

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Segundo o prefeito, o cadastramento para o programa SER Família vem sendo realizado pela equipe da secretaria municipal de Desenvolvimento e Assistência Social, fazendo a busca ativa para identificar as famílias que possam ser beneficiadas.

A primeira-dama e secretária de Desenvolvimento e Assistência Social, Sintia Pascoski, afirma que a atual gestão é a que mais investiu recursos nos municípios na área da Assistência Social. “Agradeço a primeira-dama de MT, Virginia Mendes, ao governador Mauro Mendes e toda a sua equipe, pelo trabalho e dedicação para com o Estado de Mato Grosso e nosso município de Itanhangá”, disse.

Recursos
O Governo de Mato Grosso já investiu na assistência social aos moradores de Itanhangá R$ 1.272.480,69 milhão. Somente durante a vigência do programa SER Família Emergencial (2021/2022), o Governo destinou R$ 721.850 mil para as famílias beneficiadas do município.

Entre 2020 e 2022, Itanhangá recebeu 3.500 cestas básicas, totalizando R$ 301.796 mil de investimentos. Além, do cofinanciamento anual, cobertores e filtros de barro, totalizando R$ 248.834,79 mil.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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