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Primeira-dama de MT participa de entregas na área da Assistência Social do Estado em Pontal do Araguaia

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, e a secretária de Assistência Social e Cidadania do Estado, Grasielle Bugalho, participaram nesta quarta-feira (19. 04) do evento entregas do Governo do Estado que trarão benefícios na área social ao município de Pontal do Araguaia (distante 517 km de Cuiabá).

No evento, o Governo de MT entregou um cheque simbólico, no valor de R$ 114.327,00, para a fábrica de cadeiras de rodas motorizadas localizada no município. Duas cadeiras foram entregues durante o evento, num total de oito cadeiras, encaminhadas para as pessoas que necessitam.

Também foi assinado um convênio com o Governo do Estado para a reforma do Estádio Eduardão, onde será construído o Centro Olímpico de Pontal do Araguaia, no valor de R$ 915 mil, e assinado o termo de contratação de empresa especializada para execução da obra de aplicação de microrrevestimento asfáltico nas vias localizadas na região do estádio.

Como parte da agenda em Pontal do Araguaia, a primeira-dama Virginia Mendes, visitou a casa de Daymon José Gomes dos Reis, 35 anos, que possui deficiência física e mora sozinho com a mãe. Ele foi um dos beneficiados pelo projeto “Reconstruir: minha casa, meu lar, meu porto seguro” da Prefeitura Municipal de Pontal do Araguaia, com apoio do deputado estadual Max Russi. A casa foi reformada pelo projeto, recebendo as adequações necessárias para auxiliar no bem-estar e mobilidade do jovem e sua mãe.

“Só tenho a agradecer a todos pela receptividade aqui e agradecer pelo carinho, pela atenção que recebo quando estou aqui. É uma emoção muito grande hoje, principalmente com a história do Daymon, conhecendo ele e a história de vida dele”, disse Virginia.

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Em depoimento, durante o evento, Daymon agradeceu pela reforma da casa e deixou uma mensagem de esperança. “Eu estou aqui pra dizer para vocês não perderem a esperança, porque eu não perdi a minha. Quanto tempo faz que o povo do Pontal do Araguaia me conhece e tive a casa reformada agora. Então eu convido vocês a serem felizes e gratos. Vocês não podem nunca perder a esperança. Não perca a esperança de nada, porque enquanto estamos vivos, tudo acontece”, enfatizou Daymon.

A secretária interina de Assistência Social e Cidadania, Grasielle Bugalho, ressaltou que a população de Mato Grosso tem recebido um olhar diferente do Governo do Estado, e isso contagia os gestores municipais. “Tivemos a oportunidade de estarmos com vários gestores municipais na segunda-feira (17), no lançamento do Ser Família Capacita e sentir esse envolvimento que contagia. E é isso que a gente precisa para entregar política pública de qualidade e eficiência, que é o que o governador nos cobra, e a primeira-dama cobra eficiência com qualidade”, disse a secretária.

Ainda segundo a gestora da Assistência Social de Mato Grosso, no ano de 2023, o Estado aumentou o cofinanciamento, que é a transferência direta da secretaria de Estado para as secretarias municipais, em 300%. “O recurso, que no ano passado foi de R$ 9 milhões, foi para R$ 28 milhões para todos os estados. Então, os municípios aqui de Barra do Garças, Pontal do Araguaia, são mais de R$ 700 mil reais para investimento naquilo que a assistência social do município entende que é melhor para sua população”, enfatizou Grasielle.

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Além destes recursos, também serão construídas 50 casas populares dentro do Programa Ser Família Habitação no município de Pontal do Araguaia. “São mais de R$ 3,2 milhões do Governo do Estado disponíveis para essas construções. Essas residências serão construídas pra realmente atender essas famílias mais vulneráveis”, completou a secretária interina da Setasc.

O prefeito do município de Pontal do Araguaia, Adelcino Lopo, ressaltou a importância da construção das moradias por meio do programa Ser Família Habitação, pois há um déficit de moradia muito grande no município. “A gente sabe que tem várias pessoas que se não tiver o aporte do Estado, do município ou do governo federal, eles jamais irão realizar o sonho de uma casa própria. Então a gente fica grato ao Governo do Estado, à nossa primeira-dama Virginia Mendes, que tem feito a diferença na vida das pessoas. Não só na habitação, quanto na alimentação, como no cobertor, como no Ser Família Capacita. Essas ações do Governo são muito importantes porque muda a qualidade de vida das pessoas e as ajudam a realizam sonhos que não seriam possíveis sem a ajuda evedo Estado”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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