Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Primeira-dama de MT participa do 3º Encontro de Bombeiras Militares e reafirma compromisso no combate à violência doméstica e feminicídio

Publicados

MATO GROSSO

Nesta segunda-feira (25.11), a primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, participou do 3º Encontro Estadual de Bombeiras Militares, que teve o objetivo de fortalecer políticas públicas e criar um espaço para debates sobre mudanças estruturais e normativas. O evento também contou com o primeiro Seminário de Prevenção e Enfrentamento à Violência Contra a Mulher, destacando o compromisso das mulheres dentro e fora da corporação.

Virginia Mendes parabenizou as bombeiras pela iniciativa: “Parabéns às Bombeiras Militares pela criação deste encontro, e foi uma feliz coincidência, porque a data escolhida este ano marca a luta contra a violência doméstica e feminicídio. Como sempre digo, ninguém faz nada sozinho, e ninguém segura uma mulher segura. Que Deus abençoe todas vocês”, afirmou.

Ela também agradeceu o apoio do comandante-geral do Corpo de Bombeiros (CBM-MT), coronel Flávio Glêdson, e do secretário de Segurança Pública do Estado, coronel César Roveri, destacando a parceria nos projetos de segurança pública.

No evento, foram assinados o Procedimento Operacional Padrão para o atendimento de mulheres vítimas de violência, visando um serviço mais humanizado e capacitado pelos bombeiros, e o Protocolo de Combate e Prevenção à Violência contra a Mulher, que orientará as ações do Corpo de Bombeiros em casos de violência, tanto de mulheres civis quanto de bombeiras militares.

Leia Também:  Escola Pública de Trânsito já capacitou 479 profissionais no Curso de Atualização de Agente

O comandante do CBM-MT, Cel. Flávio Glêdson, elogiou a atuação voluntária da primeira-dama. “Gostaria de destacar os programas SER Família, que têm sido fundamentais para apoiar mulheres vítimas de violência”.

Ele também agradeceu pelo apoio da primeira-dama, que inspirou o evento e a implementação dos novos protocolos.

O comandante ainda recordou os títulos conquistados recentemente pela primeira-dama do Estado. “A senhora recebeu os títulos de Embaixadora Mundial do Parajiu-jitsu e Internacional de Inclusão em Abu Dhabi. Seu trabalho voluntário, por meio dos programas que idealizou, tem sido fundamental para incluir pessoas, seja por necessidades de cuidado ou para apoiar mulheres vítimas de violência, que realmente precisam de uma atenção diferenciada”, ressaltou o comandante.

O secretário de Segurança Pública, Cel. César Roveri, ressaltou os avanços da instituição e a importância do evento. “Este seminário se alinha com as ações dos programas SER Família Mulher e MT Por Elas, idealizados pela senhora, e com a criação da Superintendência da Mulher na Setasc e da Coordenadoria de Defesa da Mulher na Polícia Judiciária Civil, em 2023″, disse. Ele também destacou a relevância do Corpo de Bombeiros no acolhimento das mulheres vítimas de violência.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  Em Juína, primeira-dama de MT participa da entrega de casas e do anúncio de novas unidades habitacionais

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  Exame Certificador oportuniza conclusão dos estudos para mais de 35 mil jovens e adultos em MT

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA