MATO GROSSO
Primeira-dama de MT recebe medalha Mérito Musical do Corpo de Bombeiros por contribuições sociais
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As ações sociais do CBMMT iniciaram a partir de uma visão institucional de oportunidades, ou seja, com a visão de melhorar a realidade local da existência de problemas de cunho social, à exemplo da criminalidade e violência, assegurando ações que estejam atreladas, ou, que respondam aos anseios da sociedade respeitando a dignidade humana.
Um dos projetos abraçados pela primeira-dama Virginia Mendes foi o Musicalizar. Há dois anos, em uma visita ao Corpo de Bombeiros, ao conhecer as dificuldades para executar as aulas de música ela se comprometeu a articular recursos para implantarem o projeto, o que conseguiu com sucesso, no valor de R$ 200 mil, para aquisição de instrumentos.![]()
“Estou muito honrada com a homenagem e orgulhosa por ser madrinha desta importante corporação. Agradeço ao governador por nos apoiar na compra dos instrumentos musicais por meio do Fundo de Ações Sociais. Obrigada governador por estar sempre apoiando o social. Em nome do coronel Alessandro agradeço a todas as pessoas comprometidas com os projetos sociais do Corpo de Bombeiros. É maravilhoso ver a capacidade que o carinho, a dedicação e o amor têm para ajudar pessoas, e vejo em cada rosto destas crianças e adolescentes a alegria de fazer parte dos projetos oferecidos”, disse a primeira-dama de MT, Virginia Mendes.![]()
O governador Mauro falou da alegria de ver as vagas da Escola Militar Dom Pedro II-‘Presidente Médici’ 100% preenchidas e agradeceu à primeira-dama Virginia Mendes pela dedicação. “Virginia você é um orgulho para todos nós, toda sua dedicação e atenção ao social tem feito a diferença neste Governo, parabéns por essa importante homenagem. Hoje, neste exato momento, esta unidade tem 1.800 alunos em sua ocupação máxima. Parabéns ao Corpo de Bombeiros e aos professores que aqui dedicam a sua atividade profissional e têm muita convicção de que todo esforço que estamos fazendo na educação de Mato Grosso vai colocar o nosso Estado entre as melhores educações do país.![]()
“Quero dizer a essas crianças: hoje vocês estão me vendo como governador do Estado de MT, mas lá na minha cidade em Goiás eu também estudei em uma escola pública. A primeira-dama Virginia estudou aqui nesta escola. Foi a oportunidade que eu tive de estudar em uma escola pública, passei na Universidade Federal de Mato Grosso aos 16 anos, que é também é pública, me formei em Engenharia Civil, e foram as minhas oportunidades de estudar, de aprender, de construir uma profissão depois de me formar que me deram a chance de construir minha família e hoje estar aqui como governador. Daqui a alguns anos quem sabe um de vocês estará aqui num palco como próximos governadores”, contou Mauro Mendes.![]()
O coronel Alessandro destacou a participação da primeira-dama de MT nos projetos oferecidos. “A primeira-dama Virginia Mendes tem uma presença muito forte no social por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social, e esse apoio é fundamental para as ações que projetamos. Ela colaborou de maneira decisiva com o projeto Musicalizar, que é um dos projetos mais caros que temos. É uma felicidade ver os familiares dos alunos participando conosco, porque a Educação é responsabilidade dos pais e o nosso compromisso é contribuir com algo mais para preparar esses jovens para o dia a dia, para as dificuldades, para que eles aprendam a dizer não aos vícios e abraçar as virtudes”.
Da aula inaugural participaram alunos dos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Santo Antônio de Leverger, Poconé e Barão de Melgaço. O projeto ‘Bombeiro do Futuro’’, tem a finalidade de contribuir com a formação humana e cidadã de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social; já o ‘Musicalizar’ utiliza a prática musical como ferramenta de aprendizagem, inclusão social e formação humana profissional do cidadão; e o ‘KaraBom’ colabora com o reforço da autoconfiança, disciplina e responsabilidade. Na região metropolitana cerca de 320 alunos entre crianças e adolescentes são atendidos, em todo Estado somam 1.340 alunos.
Também participaram do evento o deputado federal Abílio; os secretários de Estado da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) ten. – cel. Grasielle Bugalho (interina), de Segurança Pública Cel. César Roveri, o diretor da E.E. M Dom Pedro – Presidente Médici, Cel. Alves, a prefeita de Barão de Melgaço, Margareth Alves, dentre outras autoridades.
Fonte: Governo MT – MT
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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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