MATO GROSSO
Primeira-dama de MT se emociona ao lançar Programa Ser Família Mulher para ajudar mulheres vítimas de violência
MATO GROSSO
O Programa SER Família Mulher foi lançado nesta quarta-feira (09.08) para beneficiar mulheres vítimas de violência com medida protetiva prevista na Lei Federal nº 11.340/2006, no Estado. A cerimônia foi no auditório Cloves Vettorato, no Palácio Paiaguás, após o Encontro Estadual de Enfrentamento da Violência Contra Mulher. Acompanhada do governador Mauro Mendes, a primeira-dama de MT, Virginia Mendes, idealizadora do programa social, assinou o Termo de Cooperação Técnica nº 0268/2023 que autoriza o cartão para pagamento do auxílio moradia no valor de R$ 600.
O benefício será gerenciado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e também conta com o apoio da Desenvolve MT e com a rede integrada de proteção a mulher composta pela Segurança Pública; Justiça; Assistência Social e Saúde.

O evento contou com três importantes palestras: a delegada de Polícia Civil abordou o Atendimento Humanizado nas Delegacias da Mulher no Estado de Mato Grosso e o Programa SER Família Mulher; a secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Grasielle Bugalho com detalhes sobre programa; e a vice-presidente do Tribunal de Justiça de MT (TJMT), desembargadora Maria Erotides Kneip tratou sobre a Evolução do Combate a Violência Contra a Mulher no Estado.

Emocionada, a primeira-dama do Estado falou da conquista e de todos os esforços para concluir o processo, e agradeceu a participação dos 138 prefeitos e primeiras-damas presentes.
“Hoje ver o SER Família Mulher saindo do papel é uma honra e estou muito emocionada. De coração, agradeço a presença de todos os prefeitos, prefeitas e primeiras-damas. Vocês serão fundamentais para o sucesso desta ação. Obrigada, secretária Grasielle, toda sua equipe na Setasc e minha equipe Unaf, por ajudarem tornar esse programa uma realidade. Estendo esse agradecimento a todos que se empenharam, ao meu marido que não mede esforços e apoia todos os meus projetos. Estou muito emocionada, porque esse projeto diz tudo, Superação, Esperança e Respeito esse é o significado do SER. É tudo o que nós desejamos dos homens, maridos, namorados, irmãos, parentes, que nos respeitem, que nos admirem, que nos elogiem, que saibam que a gente pode andar ao lado e não atrás. Essa conquista é uma união de todos nós, porque ninguém faz nada sozinho”, declarou.
Ela ainda fez um apelo para que as mulheres não se calem à margem da violência. “Ninguém segura uma mulher segura, então mulheres falem e denunciem, não fiquem à margem da violência, vocês não estão sozinhas. Vamos nos unir porque unidas somos muito mais fortes”, ratificou.

Virginia Mendes fez questão de mencionar a colaboração da vice-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) , desembargadora Maria Erotides, lembrando como surgiu a Delegacia da Mulher 24 horas.
“A doutora Maria Erotides, logo que o Mauro assumiu em 2019, me chamou para uma reunião para que nós tirássemos do papel o projeto da Delegacia da Mulher. Confesso que eu não sabia por onde começar, mas ela foi tão carinhosa e disse que eu daria conta. Com seu apoio, doutora, naquele mesmo dia eu voltei para o Palácio e conversei com o governador. Não foi fácil a implantação da Delegacia, mas graças a Deus e todos que colaboraram hoje ela é uma realidade”, agradeceu.

A desembargadora Maria Erotides destacou o poder de convencimento da primeira-dama Virginia Mendes. “Eu sei que quem tem a caneta é o governador, mas eu sei que a ideia é dela, e ela é uma mulher capaz de convencer. A Virginia pensou e continua pensando, ela quer acabar com aquela história de 20 anos em que só a delegada, doutora Miedir Santana resolvia, eu tenho certeza que ela é capaz de muitas vitórias”.
Maria Erotides destacou o novo momento reservado às mulheres. “Quero dizer que a história é outra, nós agora temos instrumentos. A mulher pode ter o seu dinheiro, pode ser capacitada e ela pode chegar onde quiser. Virginia é uma grande mulher porque ela pensou em outras mulheres. O presente que ela nos dá nos 17 anos da Lei Maria da Penha, exatamente com o programa SER Família Mulher podemos contar uma nova história”.

O governador Mauro Mendes elogiou o empenho da primeira-dama Virginia Mendes nas ações sociais, e destacou a necessidade da aplicação de leis eficientes no combate à violência doméstica.
“Parabéns Virginia pela sua dedicação aos projetos sociais voluntariamente com a Setasc e Unaf. As mulheres têm conquistado espaços importantes. Elas são maioria na sociedade brasileira. Lamentavelmente, temos que falar do tema violência contra a mulher, que é algo que fere a família e não podemos tratar como um crime comum, não é a mesma coisa. Precisamos de leis mais duras para combater a violência contra a mulher, precisamos estabelecer a cultura de respeito entre homens e mulheres. Uma forma de resolver um problema é encarar ele de frente”.

Para o deputado estadual Max Russi, a área social em MT passa por um momento histórico, e elogiou a atuação da primeira-dama Virginia Mendes. “O Mauro tem a felicidade de ter uma grande mulher ao seu lado. Esse é um Governo que sem sombra de dúvidas vai marcar a nossa história por tudo o quem tem feito em todas as áreas e especialmente está construindo um legado no social, e isso é fruto da coordenação, trabalho e esforço da nossa primeira-dama de Estado, que de forma voluntária consegue coordenar ações. A Virginia tem feito uma defesa muito forte com a causa da mulher. Ela trouxe a ex-primeira-dama do país, Michelle Bolsonaro, para inaugurar a Delegacia da Mulher 24 Horas uma das poucas do Brasil, ou seja, ela tem deixado o seu legado também”.

O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, citou os desafios da gestão do Estado, e destacou o avanço social com o novo programa. “Governar um estado como Mato Grosso num país com tantos desafios não é uma tarefa fácil, demanda coragem, demanda determinação, problemas que estão em nossa sociedade a tantos anos que precisam ser enfrentados, e o tema violência doméstica é algo que nos causa tremenda indignação e precisamos evoluir em nossas leis. Hoje lançamos aqui o que acredito ser o mais completo programa de enfrentamento a violência doméstica em todo o nosso país,. Quero parabenizar a primeira-dama Virginia Mendes e todas as pessoas que se empenharam por esse tão importante passo, de poder dar às mulheres em situação de violência doméstica ferramentas e a independência necessária para que não sejam mais submetidas a esse tipo de violência”.
A violência contra a mulher é um grave problema que a sociedade enfrenta e, por isso, a necessidade de unir esforços institucionais para romper o ciclo. A partir do fortalecimento de serviços já existentes e a criação de outros serviços na rede de enfrentamento da violência doméstica contra a mulher de maneira articulada com a Segurança Pública, Saúde, Educação, Assistência Social, e outras forças, é possível obter resultados de sucesso.
O programa SER Família Mulher surgiu com a perspectiva de proporcionar condições de sobrevivência imediata à mulher vítima de violência doméstica, afastando o agressor e promovendo o espaço da beneficiária com o acesso a oportunidades e recomeço de vida digna na sociedade.
Também participaram da cerimônia os deputados estaduais Dilmar Dal Bosco, Beto Dois a Um e Dotor Eugênio; os secretários de Estado, Grasielle Bugalho da Setasc; coronel Cesar Roveri (SESP), Laice Souza (Secom), Jefferon Neves (Secel), Alan Porto (Seduc); a presidente do Desenvolve MT, Mayran Beckman Benício; representando o Ministério Público do Estado de MT, a subprocuradora-geral de Justiça, Clarice Vogel Dutra; a defensora pública de MT, Rosana Leite Antunes Barros; a presidente da OAB–MT Gisella Cardoso; a delegada-geral da PJC, Daniela Maidel; o diretor da Politec, Rubens Sadao Okada; representando o Corpo de Bombeiros a coronel Vivian Rizziolli; a presidente do COEGEMAS, Jucélia Ferro (primeira-dama de Sorriso); e demais autoridades.
Cartão SER Família Mulher
O benefício consiste na concessão do cartão auxílio moradia no valor de R$ 600 e acompanhamento familiar pelo prazo de 12 meses, com prorrogação de um ano se necessário às mulheres vítimas de violência doméstica com renda per capita de até 1/3 do salário mínimo vigente atendidas com medida protetiva, previsto na Lei Federal nº 11.340/2006.
Outra condição indispensável é que a beneficiária faça curso de qualificação profissional. Os cursos estão disponíveis de maneira gratuita por meio do programa SER Família Capacita, também projetado pela primeira-dama de MT e que, em menos de seis meses de implantação, já capacitou mais de 2000 profissionais.
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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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