Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

“Primeira-dama e o governador nunca se esquecem de nós; realizam sonhos da comunidade”, afirmam moradores

Publicados

MATO GROSSO

Moradores da Comunidade Rio da Casca (a 110 km de Cuiabá), do município de Chapada dos Guimarães, ressaltaram a importância da realização do Mutirão da Cidadania no último sábado (12.08), em uma ação idealizada pela primeira-dama do Estado Virginia Mendes e realizada pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (Unaf) e parceiros.

“Vivemos um momento muito feliz por receber a equipe da nossa querida primeira-dama do Estado, Virginia Mendes. Temos que elevar o nome do nosso Deus, todo poderoso, que nos deu a nossa querida Virginia como moradora do Rio da Casca. Ela cresceu aqui e está fazendo uma ação muito boa para nossa comunidade. Estamos felizes porque, por meio do trabalho do governador Mauro Mendes e da primeira-dama Virginia, a comunidade está realizando seus sonhos. Só temos a agradecer”, afirmou Rozelir Benedita do Nascimento, mais conhecida como Lili.

O mutirão contou com serviços como emissão de 2ª via de documentos, plastificação e fotos 3×4, vacinação, além da entrega de cestas de produtos alimentícios e de kits de higiene e limpeza, além de filtros e cobertores, doados por meio dos programas SER Família Solidário e SER Família Aconchego.

Leia Também:  Prado Suzuki & Associados celebra 20 anos com grande festa e anuncia novos sócios

Dejanil Maria do Nascimento aproveitou a oportunidade para levar os pais para tirarem foto 3×4, pedir a segunda via de certidão de nascimento e colocar em dia o cartão de vacinação. Para ela, o mutirão é importante para dar mais comodidade e agilidade às demandas dos moradores que precisam dos serviços.

“Somos muito gratos pelas ações que a dona Virginia está proporcionando para nós. Este é um momento inesquecível para as pessoas que moram aqui. Nossa comunidade precisa muito de ações como essa. Que Deus a abençoe e a cubra com o manto sagrado, para que ela possa ter longa vida para estar contribuindo e trazendo sempre esses benefícios para a comunidade Rio da Casca”, acrescentou.

Durante o mutirão, foram tiradas fotos de 45 pessoas, feitas 41 plastificações e emitidas segunda via de cinco certidões de nascimento. Também foram entregues 300 cestas de alimentos, 300 kits de higiene e limpeza, 300 cobertores e 150 filtros de água.

Entrega de cestas básicas e serviços de cidadania na comunidade do Rio da Casca
Créditos: Josi Dias

Dona Renata Prado dos Santos, de 85 anos, moradora da região desde 1956, também prestigiou o evento realizado na Associação de Moradores da Comunidade Rio da Casca.

Leia Também:  Governo assina ordem de serviço para início da construção da maior ponte de Mato Grosso

“Eu achei muito bacana, gostei muito, foi tudo de bom! E preciso dizer que nós precisamos muito de ações aqui, porque nossa comunidade é meio esquecida, e só somos lembrados na época de política, mas eu louvo a Deus e a Jesus pela nossa primeira-dama Virginia e pelo governador Mauro Mendes, que não esquecem de nós. Estou muito feliz com toda essa festa!”, concluiu.

Ação contou com a presença da secretária de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Grasi Bugalho, e da secretária adjunta de Assistência Social da Setasc, Marilene Marchese, e com o apoio da Secretaria de Estado de Saúde, além da Defesa Civil, e da Polícia Militar de Mato Grosso.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  "Sonho de 40 anos realizado: asfalto vai interligar a população ao desenvolvimento e progresso" afirma prefeita

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  Prado Suzuki & Associados celebra 20 anos com grande festa e anuncia novos sócios

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA