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Primeira-dama vacina filha e toma a 4ª dose: “Precisamos combater esse vírus”

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, levou a filha Maria Luiza, de 7 anos, para tomar a 1ª dose da vacina contra a Covid-19 na manhã desta quinta-feira (10.02), no polo de vacinação da Universidade de Cuiabá (Unic – Beira Rio). Como é transplantada e faz parte do grupo de risco, ela aproveitou para receber a 4ª dose da vacina.

Virginia destaca que a filha caçula foi um exemplo de coragem e que também encorajou outras pessoas a tomarem a vacina. “Fiquei impressionada com a postura da Maria Luiza, como é criança, imaginei que ela pudesse ficar com um pouco de medo, mas, ao contrário, pediu para as tias Vitória e Grazi, que estavam nos acompanhando, tomarem a 3ª dose. No final ainda disse: ‘viu, mamãe, eu nem chorei’, me deixando muito orgulhosa”.

Segundo a primeira-dama, enfermeiros e funcionários fizeram um excelente trabalho. “Fomos recebidas com muito carinho pela equipe de vacinação. Quero agradecer pelo profissionalismo e cuidado que todos tiveram com a gente e com as  outras crianças, pois sabemos que elas precisam dessa atenção especial e de paciência”.

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Ela aproveitou o momento para deixar um recado aos pais e responsáveis pelas crianças: “Vamos vacinar os nossos pequenos e protegê-los desse vírus tão perigoso. Esse ato é muito importante para que possamos combater juntos o coronavírus”, finalizou Virginia Mendes.

Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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