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Processo de regularização de imóveis chega ao bairro São José Operário em Juína

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Os moradores do bairro São José Operário na cidade de Juína/MT enfim poderão regularizar a documentação e receber o título definitivo dos imóveis, pois está acontecendo nas dependências da E.E. Ana Neri, na Avenida Tancredo Neves, um mutirão com a empresa, GeoGIS Geotecnologia contratada pela prefeitura municipal para realizar todo os procedimentos de regularização.

Gabriel Vinicius Caldas Silva, coordenador da empresa, disse que cerca de 500 imóveis deverão ser regularizados nestes dias, porém será necessário que a população compareça e leve toda documentação correspondente ao imóvel, como contrato de compra e venda, documentos pessoais do titular como RG e CPF, certidão de casamento ou nascimento no caso de pessoas solteiras, e comprovante de residência, e se possível, levar o título antigo do imóvel, que será recolhido e anexado ao processo de regularização definitiva.

O coordenador não especificou o tempo exato para que a documentação definitiva fique pronta, pois o que vai demandar a agilidade do processo, será o registro do cartório de imóveis, pois a prefeitura municipal vai entregar a documentação totalmente registrada no nome do verdadeiro titular, e esse processo pode sofrer morosidade devido a demanda que existe no município.

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O prefeito de Juína, Paulo A. Veronese (União Brasil) disse que um dos compromissos de sua gestão foi o de resolver a situação fundiária tanto da área urbana, quanto rural, e desde o ano de 2021, a prefeitura vem trabalhando e já conseguiu entregar mais de mil títulos totalmente regularizado para a comunidade, e agora no bairro São José Operário, chegou o momento de fazer um levantamento dos moradores, com a finalidade de saber quem realmente está morando nos imóveis e desta forma emitir o título registrado com a matrícula definitiva ao verdadeiro proprietário.

Dona Juvenice Gonçalves De Jesus, moradora do bairro, não perdeu tempo e foi até a escola Ana Neri na manhã de hoje.

Ela conta que a regularização é muito importante para os moradores, pois segundo ela, em 17 anos que reside no bairro, nunca houve uma oportunidade como esta, e com o atendimento da equipe, a esperança de regularização com o título definitivo será de grande importância e trará mais segurança aos proprietários de imóveis.

Os moradores do bairro devem procurar a escola Ana Neri até o dia 26 de janeiro e agilizar a documentação para regularização de seus imóveis.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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