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Produções audiovisuais apoiadas pelo Estado estreiam em Alta Floresta

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A população de Alta Floresta e região pode conferir, neste fim de semana, a estreia do curta-metragem ficcional ‘Espelho Deslocado’ e a videodança ‘Padrão Não’. As duas produções foram contempladas pelo edital Audiovisual da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

O filme ‘Espelho Deslocado’ será exibido nesta sexta-feira (29.09), às 19h, no Cine Floresta. Já a videodança ‘Padrão Não’ será lançada no sábado (30.09), às 19h30, no Espaço Cultural do Teatro Experimental de Alta Floresta (TEAF). Ambas as entradas são gratuitas.

Para a produtora executiva do curta ‘Espelho Deslocado’, Renata Crizanto, o edital do Governo do Estado foi fundamental para superar os desafios de coordenar um projeto desta proporção.

“Fazer cinema no interior é um grande desafio e este fomento ao audiovisual é valioso e necessário para fortalecer esse movimento em todo o Estado. Agradeço à Secel que tem contribuído com essa interiorização e a todas as pessoas envolvidas que acreditaram no projeto e possibilitaram que mais uma vez trouxéssemos um filme produzido aqui em Alta Floresta”, disse Renata.

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A trama de ficção aborda as diversas nuances de um casal que passa por uma crise no relacionamento e acabam envolvidos em episódios de violência física e psicológica. A classificação indicativa do filme é de 16 anos e é recomendado chegar com antecedência para garantir o ingresso de lançamento.

Com gravações realizadas em Alta Floresta, o curta tem como protagonistas o ator Gean Nunes e a atriz Elisa Carvalho. A direção e roteiro de ‘Espelho Deslocado’ é de Maria Andreia Santos, e integram também a produção os profissionais Gilberto Guedes (direção de fotografia),Robson Silva (primeira assistência), Yuri Kopcak (direção de áudio) e Luis Eduardo (direção de produção).

Na videodança ‘Padrão Não’, o tema abordado é o padrão de beleza inalcançável imposto às mulheres, enfatizando situações cotidianas das bailarinas por meio da linguagem poética. Com gravações realizadas em diversos pontos de Alta Floresta, a produção une elementos da dança e do audiovisual.

Dirigido pela atriz e bailarina Cassiane Leite, o filme conta com um elenco de bailarinas-intérpretes, formado por Nina Rodrigues, Flávia Silva, Gisele Cardoso e Júlia Figueiredo. A produção é de Angélica Muller e o roteiro de Ronaldo Adriano e Fernando Zilio.

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A programação do lançamento de ‘Padrão Não’ inclui ainda apresentações de dança do Centro de Artes Expressão e um bate-papo com a participação do elenco e da equipe.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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