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Professora de MT dará aula com tornozeleira para crianças

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Em consulta no site transparência da prefeitura de Sinop, o nome da professora consta com o status de Ativa e que a servidora possui uma carga horária de 38 semanais, com remuneração bruta de R$ 9.636,18. Por meio de nota, a assessoria de comunicação do município confirmou que a professora Eliane Oelke trabalha na rede de ensino e que a Secretaria de Educação, Esporte e Cultura não tomará nenhuma medida contra a professora.

A escola que conta com cerca de 300 alunos matriculados prevê em seu Estatuto Social, no artigo 25, que a Diretoria pode determinar a perda da qualidade de associado, em casos que fique comprovada a ocorrência da violação das normas como desvio dos bons costumes e conduta duvidosa, mediante a prática de atos ilícitos ou imorais. Entre as penas está a advertência por escrito; suspensão por 30 dias e eliminação do quadro social.

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A época a reportagem da Gazeta identificou, por meio de software especializado, a localização de todas as pessoas de Mato que passaram por análise deferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A Capital de Mato Grosso lidera a lista com 30 pessoas presas durante os atos de vandalismo em Brasília. Em seguida vem Sinop e Juara com 10 presos cada e em terceiro lugar está Tangará da Serra e Várzea Grande com 9 acusados.

Foram analisadas 1.459 atas de audiência relativas a 1.406 custodiados. No total, 942 pessoas tiveram a prisão em flagrante convertida em prisão preventiva e 464 obtiveram liberdade provisória, mediante medidas cautelares, e poderão responder ao processo com a colocação de tornozeleira eletrônica entre outras medidas.

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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