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“Programa de bolsas para atletas e técnicos de MT é referência para outros Estados”, afirma secretário

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O secretário de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso, David Moura, afirmou que o programa Olimpus MT, que concede bolsas para atletas e técnicos do Estado como incentivo ao esporte, tem sido referência para outros estados brasileiros.

“O Olimpus MT é uma referência no Brasil. Com a reformulação e o apoio do governador Mauro Mendes, o programa cresceu e os secretários de outros estados sempre nos procuram para conhecer nosso projeto, tirar duvidas e replicá-lo em seus estados, porque realmente é o nosso case de sucesso”, afirmou, em entrevista nesta quinta-feira (11.07) para o podcast MT Conectado.

Para o secretário, a convocação da bolsista Lissandra Campos para as Olímpiadas de Paris 2024, divulgada na última semana, é uma das maiores evidências de que os incentivos de promoção e fortalecimento do esporte em Mato Grosso têm dado certo.

“Sabemos o quanto o bolsa atleta foi importante para a Lissandra não sair daqui e seguir para outro estado. Essa vaga para a maior competição esportiva do planeta comprova o quanto que esses investimentos estão sendo assertivos e o quanto o Governo de Mato Grosso está empenhado em oferecer aos nossos atletas as condições para se prepararem e investirem em suas carreiras”, afirmou.

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O secretário ressaltou ainda que, com o apoio da primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, o paradesporto tem se destacado nacionalmente, e falou sobre os investimentos e avanços significativos no âmbito social e cultural no Estado.

“É muito especial fazer parte de uma gestão que permite que a gente apoie e faça cada jovem ou criança sonhar. A cultura e o esporte têm um poder de transformação muito grande e hoje Mato Grosso vive esse momento e essa ascensão nas duas pastas”, destacou David.

O secretário também pontuou o trabalho da Secel para a continuidade da democratização do acesso à cultura através dos editais. “Nosso objetivo é continuar fazendo com que os recursos cheguem na ponta, democratizando todo esse investimento e abrindo portas e oportunidades para todo mundo que faz a cultura acontecer aqui. Nenhum artista ou atleta talentoso vai ficar de fora”.

David também falou sobre os espaços culturais, preservação do patrimônio histórico e a iniciativa de, em cojunto com a Fundação Itaú Cultural, realizar um estudo sobre o PIB da cultura Mato-grossense.

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“Nós temos municípios que são referências em investimentos na cultura e queremos mensurar isso. Cultura não é gasto, é investimento, e temos a certeza que esses dados irão nos comprovar isso. Quando você investe X na cultura, isso volta para o Estado, seja como receita e/ou alavacagem dos nossos talentosos produtores e agentes culturais”.

Na oportunidade, David citou a grandiosidade do complexo Arena Pantanal como um espaço multiuso. Hoje, o local é multieventos e, além das partidas de futebol e grandes competições esportivas em seu entorno, receberá a Casa Cor 2024 e a Copa do Mundo Feminina de 2027.

Para conferir a entrevista completa, comandada pela secretária de Comunicação do Estado, Laice Souza, e a secretária adjunta de Jornalismo, Carol Sanford, clique aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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