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Programa de capacitação profissional do Governo de MT já formou cerca de 1.600 alunos 

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“Agora estou qualificado e preparado para o mercado de trabalho. Agradeço muito pela oportunidade”, afirmou o cabo do Exército Brasileiro, Nilsones de Brito Pereira Junior, lotado na 13ª Brigada de Infantaria Motorizada. Ele é um dos 1.600 alunos que concluíram um dos cursos oferecidos pelo Programa SER Família Capacita, projetado pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, gerenciado pela Secretaria de Estado de Assistência Social (Setasc), e operacionalizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT).

Ao todo, 119 turmas já se formaram em quatro meses de execução do programa.

“Acredito muito no investimento nas pessoas, e o SER Família Capacita é isso, dar oportunidade para que as pessoas encontrem uma oportunidade de emprego ou até de abrir um empreendimento, mas da forma correta, com qualificação e preparo. Agradeço ao governador Mauro Mendes por entender a importância desse programa. Cada vez que recebo a informação de uma turma que está se formando sinto a sensação da conquista de cada aluno. Isso é muito gratificante”, pontuou a primeira-dama Virginia Mendes.

A secretária da Setasc, Grasi Bugalho, lembrou que o SER Família Capacita está interligado com todas as demais vertentes do Programa SER Família, como o SER Família Mulher, já que um dos critérios para que o beneficiário permaneça apto a receber o auxílio é estar inscrito em um curso de capacitação, sendo ele ofertado pelo Estado ou pelo município.

“O SER Família Capacita tem o objetivo de oferecer uma independência financeira, um desenvolvimento socioeconômico, para as pessoas que realizam os cursos, a partir da sua entrada no mercado de trabalho. Essa é uma das missões que nos foi dada pela primeira-dama Virginia Mendes. Além disso, o Governo do Estado está patrocinando esses cursos para que tenhamos uma mão de obra local capacitada em Mato Grosso, para que ocupem as vagas de emprego que estão sendo ofertadas em praticamente todos os municípios do estado”, explicou.

O cabo Nilsones finalizou, junto com outros 19 alunos oriundos das Forças Armadas Brasileiras, o curso de Eletricista Predial. Ele conta que o curso agregou muito a experiência que ele já possui, pois faz Eletrotécnica.

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“Com essa oportunidade, ainda mais de forma gratuita, tive mais acesso à prática avançada e à teoria. Com certeza fará diferença na minha vida daqui pra frente. Aproveitei cada momento, cada minuto, para perguntar, saber mais, para me aprofundar, pra quando para o mercado de trabalho ter a certeza do que estou fazendo”, completou.

A turma de Eletricista Predial, da qual Nilsones fez parte, recebeu os certificados no dia 4 de setembro, no Senai do Distrito Industrial. Dela participaram 20 integrantes das Forças Armadas Brasileiras, sendo 18 membros do Exército e 2 da Marinha. Bruno Mateus Albino, de 20 anos, está há 1 ano e oito meses no Exército, e, segundo ele, o curso é garantia de futuro profissional.

“Esse curso foi um aprendizado enorme pra mim, porque, se caso no Exército não der certo, eu já tenho uma profissão lá fora. É um grande orgulho de fazer esse curso de Eletricista Predial, fiz pensando no futuro”, disse.

Bruno também aproveitou para mandar um recado para aqueles que ainda não se inscreveram nos cursos oferecidos pelo Programa SER Família Capacita. “Quem não se inscreveu ainda, está perdendo tempo, porque esses cursos, oferecidos pelo Governo e pelo Senai, são de grande ajuda, porque nem sempre temos essa oportunidade de cursos gratuitos, e com ela, é possível crescer lá na frente. É um futuro para vida”, enfatizou.

O gerente de Educação Profissional do Senai/MT, Marcos Ribeiro, explicou que os cursos são 100% gratuitos e que tem um investimento de R$ 68,7 milhões em dois anos, realizado Governo do Estado, em parceria com o Senai/MT, por meio da primeira-dama Virginia Mendes e do governador Mauro Mendes.

“São cursos prontos para a empregabilidade logo após a sua conclusão, levando ao mercado de trabalho um profissional qualificado. As pessoas que buscam esses cursos terão o currículo atualizado, com capacitações que tratam tanto da parte teórica, mas principalmente da parte prática da profissão. São 75 formações disponíveis. Basta procurar o site da Setasc, o site do Senai MT, e fazer a inscrição.

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Depois, irá passar pelo processo de seleção dos candidatos atendendo requisitos da Setasc, e a partir disso iniciam-se as turmas. O foco sempre é elevar a qualidade de vida, e a gente sabe que a fonte de renda, o trabalho, é o que faz a qualidade de vida seja aumentada”, ressaltou.

Resultados

Giordany Margareth de Oliveira, 22 anos, formada em confeitaria pelo SER Família Capacita no final do mês de julho, já está colhendo os frutos da capacitação realizada.

Ela tem recebido bastante encomendas de bolos e doces, além de fazer bolos de pote e tortas para vender.

“Isso tudo é surreal. Já fiz muitas encomendas e estou muito feliz. Eu sou muito grata ao Programa SER Família Capacita. Ainda bem que o Governo do Estado criou esse programa, porque vocês pensaram em nós e viram que não era fácil. Eu sou tão grata, porque veio pra mudar a vida das pessoas. Eu não sabia de nada e o SER Família veio, me ensinou e agora eu posso trabalhar pra mim. Independência é tudo”, contou, emocionada.

Giordany já faz planos para o futuro, pois, além das encomendas, também está trabalhando com carteira assinada.

“Vou juntar um dinheirinho para tirar férias daqui um ano, porque também comecei a trabalhar de carteira assinada, e então vou ter um salário por mês, não é muito, mas já é alguma coisa, para quem não tinha nada. Nunca imaginei que conseguiria tirar férias. Mais pra frente, quero abrir o meu negócio. Só posso dizer que agora estou muito feliz”, concluiu.

Cursos do SER Família Capacita

Para saber mais sobre o Programa SER Família Capacita e seus cursos, basta acessar o site da Setasc por meio do endereço eletrônico www.setasc.mt.gov.br/serfamiliacapacita.

No local haverá o link para pré-inscrição nos cursos oferecidos em todos os 141 municípios de Mato Grosso e também o link do Senai, com mais informações sobre os cursos oferecidos.

As informações também podem ser acessadas por meio dos telefones 0800 777 9737 e (65) 9 9806-3806 (Whatsapp).

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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