MATO GROSSO
Projetada pela primeira-dama de MT, 1ª Corrida SER Família dos Anjos conquista atletas e conscientiza sobre doação de medula óssea
MATO GROSSO
A corrida SER Família dos Anjos, que foi idealizada pela primeira-dama de MT, Virginia Mendes, que também é madrinha do evento esportivo cujo slogan ‘Vista Suas Asas, Doe Medula Óssea e Salve uma Vida”,’aconteceu na tarde deste sábado (20.05) na Arena Pantanal em Cuiabá. Um mar azul de atletas e simpatizantes do esporte participaram da iniciativa com a finalidade de incentivar o cadastro Voluntário de Medula Óssea. A corrida abre a campanha estadual realizada todos os anos pelo MT Hemocentro na última semana do mês de maio, por meio da Lei 9.807/2012.
Essa é uma ação do Governo de MT, por meio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Secel), com o apoio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e Secretaria de Estado de Saúde (SES) – com o MT-Hemocentro-, sob a gestão da Federação de Atletismo Mato-grossense (FAMT) e gerenciamento da Morro MT.![]()
O governador Mauro Mendes, acompanhado da filha caçula Maria Luiza Mendes, representou a primeira-dama Virginia Mendes, que devido uma cirurgia a qual foi submetida na última terça-feira (16.05), não pôde participar, mas fez questão de acompanhar todo evento por meio de uma live.
“Como é importante a conscientização para ajudar o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea – REDOME. Quero frisar sobre a importância da doação de órgãos também, pois salva vidas. Graças ao meu esposo que doou um dos seus rins pra mim, hoje estou aqui dando este testemunho”, disse Virginia Mendes em sua publicação nas plataformas digitais.![]()
A primeira-dama do Estado agradeceu a organização do evento. “Quero de coração agradecer o MT-Hemocentro pela oportunidade que me deram de ajudar a mobilizar esta corrida, o Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado Esporte e Lazer, a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania, Secretaria de Estado de Saúde; a FAMT; a Morro MT; a minha equipe Unaf; e especialmente todas as pessoas que se inscreveram e contribuíram com as doações. Vocês não fazem ideia de como eu gostaria de estar aí, assisti tudo ao vivo por aqui. Que venha a próxima corrida SER Família dos Anjos”, agradeceu.![]()
O governador Mauro Mendes destacou a importância do evento e deu seu testemunho do transplante que fez e que salvou a vida da primeira-dama Virginia Mendes. “Estão de parabéns todos que participaram e organizaram, e que defendem essa causa e acima de tudo aqueles que fazem doação. Eu já fiz uma doação de órgão quando doei meu rim para minha esposa, muita gente sabe disso. Tenho uma vida absolutamente normal e tranqüila, vim aqui corri, faço atividades físicas de vem em quando e consigo manter minha vida normalmente. Tenho certeza que muitos podem fazer este ato amor. A primeira-dama Virginia Mendes está de parabéns por pensar neste evento com tanto carinho, e na próxima com certeza ela estará aqui conosco”.![]()
Maria Luiza Mendes, além de correr, recebeu homenagens feitas à primeira-dama de MT, entregou premiações e deixou a recomendação para a organização incluir no próximo evento a categoria kids. “Gostei muito de vir e me diverti, mas ano que vem tem que ter troféu para as crianças também”. A organizadora já anotou o recado da pequena atleta.
Dois convidados especiais vieram de Rondonópolis prestigiar a 1ª Corrida SER Família do Anjos: Juliana Goulart ,mãe do pequeno Lennon Goulart Williamson, falou da experiência do filho que há cinco anos fez o transplante de Medula Óssea, e enfatizou a importância das pessoas se conscientizarem a fazer os cadastros no REDOME.![]()
“O Lennon é prova viva que a doação salva vidas, é um ato de amor e a esperança na vida das pessoas que precisam do transplante. A primeira-dama Virginia Mendes e o governador estão de parabéns com essa ação importante e muito bonita. Faço um apelo, doe vida, doe Medula Óssea”, enfatizou.![]()
A secretária Grasielle Bugalho que participou acompanhada da família, ressaltou a importância da união para o sucesso das campanhas. “Acredito que com todos juntos para apoiar o Hemocentro, as chances de aumentar o número de cadastros serão maiores e as campanhas têm essa finalidade, mobilizar. As pessoas precisam, estamos aqui para pedir, faça o cadastro voluntário e doe sangue, porque muitas vidas podem ser salvas”, disse.![]()
A diretora-geral do MT-Hemocentro, Giancarla Zanella, agradeceu a iniciativa da primeira-dama Virginia Mendes e de todas as pessoas que ajudaram. “Essa corrida era nosso sonho, e graças a atenção da nossa primeira-dama Virginia Mendes que tem um olhar atencioso a causas como essa, conseguimos concretizar a corrida que é o ponta pé inicial da nossa campanha nesta última semana do mês de maio. Aumentando o número de cadastros voluntários de Medula Óssea, estamos dando esperança a pessoas aqui em MT, de outros estados e países, algumas pessoas não têm conhecimento, mas muitas medulas de doadores do nosso Estado já viajaram pelo mundo”.
“Esta semana mesmo tivemos uma notícia maravilhosa, um paciente nosso do Hemocentro vai receber a medula, porque uma pessoa de outro Estado é compatível e fez o simples gesto de se cadastrar de forma voluntária”, contou a diretora-geral Giancarla Zanella.![]()
A 1ª Corrida SER Família dos Anjos abre o cronograma da campanha “Semana Estadual de Conscientização dos Cadastros Voluntários de Medula Óssea”, que acontece entre os dias 22 e 26 de maio. Em 2015, quando as campanhas iniciaram, eram cerca de 12 mil cadastros. Atualmente mais de 70 mil pessoas estão inscritas no REDOME em MT.
Além do governador Mauro Mendes, participaram do Evento a senadora Margareth Buzetti, os secretários de Estado de Esporte, Jefferson Neves, e de Comunicação Laice Souza, e secretários-adjuntos.
De acordo com a organização a corrida SER Família dos Anjos vai integrar o calendário de corridas sob a gestão da Federação de Atletismo de Mato Grosso.
Classificação da Corrida
Dois atletas PCDs (Pessoa com Deficiência) participaram da prova: Orlindo Barbosa Ferreira com o tempo de 00 :31:59 e Adirson Henrique Rodrigues de Castro (deficiente visual) com 00: 22:47.
Categoria Geral Masculino:
Adonias Pereira (equipe Bristoh)- 00:18:53
Adelson Luiz Pereira – 00:19:41
Valdecarlos José dos Santos (equipe Treinador Valdecarlos) – 00:21:20
Categoria Geral Feminino:
Marcia Oliveira – 00:23:25
Querli Lima de Paula (equipe Bristoh/Zero Limites) – 00:24:02
Noemi dos Santos Machado (equipe Corrida e Cerveja) – 00:24:26
Para conferir a classificação completa da corrida acesse o link https://www.morro-mt.com.br/.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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