Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

“Protestar títulos e cobrar altas taxas para limpar o nome do consumidor é abuso da Energisa”, diz deputado

Publicados

MATO GROSSO

O deputado estadual Faissal Calil está preocupado com uma prática abusiva da Energisa. “Além de negativar o nome do consumidor e interromper o fornecimento do serviço, a concessionária de energia em Mato Grosso passou a protestar os títulos em atraso. Com a medida, além de quitar a dívida, o cidadão precisa quitar uma série de taxas para limpar seu nome”, denuncia o parlamentar.  

Faissal acrescenta em sua dura manifestação contra a prática adotada pela Energisa que além da taxa do protesto em si, os cartórios ainda vão cobrar taxas de intimação, digitalização, cancelamento e impostos do serviço, o que pode fazer com que o consumidor pague mais caro para cancelar o protesto do que o valor da dívida real.  

“Para acabar com esse problema na raiz, apresentamos um projeto de lei proibindo o protesto de dívidas do serviços públicos concessionados, entendemos que a negativação do nome e a interrupção do fornecimento já são medidas suficientes para se combater a inadimplência sem precisar recorrer a outros métodos considerados abusivos”, escreveu o deputado em suas redes sociais.

Leia Também:  Carnaval será ponto facultativo e comércio pode abrir em Cuiabá

Veja o valor das taxas cobradas pela Energisa

tabela energisa.png
A BRONCA POPULAÇÃO 
COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Empaer ensina produtores familiares a fazerem adubos orgânicos e reduzirem custo da produção

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA