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Quatorze motoristas são presos por beber e dirigir em Cuiabá

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Quatorze pessoas foram presas em flagrante por embriaguez ao volante durante a 16ª edição da Operação Lei Seca, realizada na madrugada deste domingo (12.02), na Avenida Archimedes Pereira Lima, no bairro Jardim Itália, em Cuiabá. Outros seis motoristas foram autuados por dirigir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), a fiscalização integrada realizou 110 testes de alcoolemia e vistoriou 110 veículos. Destes, 49 foram removidos por irregularidades, sendo 42 carros e sete motocicletas.

Também foram aplicados 60 Autos de Infração de Trânsito (AITs). Do total, 21 pessoas estavam sob efeito de álcool, 13 se recusaram a fazer teste de alcoolemia, seis estavam dirigindo sem habilitação, 13 conduzindo veículo sem registro ou não licenciado, além de outras sete ocorrências diversas.

Esta 16ª edição contou com a participação da Polícia Militar (PM-MT), por meio do Batalhão de Trânsito (BPMTran); da Polícia Judiciária Civil (PJC-MT), por meio da Delegacia Especializada de Trânsito (Deletran); Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT); do Sistema Socioeducativo, da Polícia Penal, Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) e do Corpo de Bombeiros Militar (CBM).

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Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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