MATO GROSSO
Rede Cidadã reinicia atividades com crianças e adolescentes nesta segunda-feira
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A Coordenadoria Estadual da Rede Cidadã, unidade de prevenção criminal da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), reinicia nesta segunda-feira (06.01) as atividades esportivas, culturais, artísticas e profissionalizantes ofertadas às crianças e adolescentes em vulnerabilidade social ou risco infracional nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres, Nova Olímpia e Rondonópolis.
O Programa Rede Cidadã tem como público-alvo meninos e meninas entre 10 e 17 anos em situação de risco. Para este ano, as inscrições já estão abertas nas modalidades de futebol de salão, tae-kwon-do, aulas de desenho artístico e curso de informática básica e avançada. A expectativa é atender cerca de 1.200 crianças e adolescentes.
Em 2022, o programa atendeu 1.138 crianças e adolescentes em diversas atividades ofertadas. Também foram realizados 18 mil atendimentos em iniciativas esportivas, artísticas, culturais, capacitação profissional, pedagógicas e psicossociais, voltados às demandas de órgãos e instituições parceiras, como a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), escolas estaduais e municipais, Conselhos Tutelares, Delegacia Especializada da Criança e do Adolescente, Ministério Público e o Poder Judiciário.

Segundo o coordenador da Rede Cidadã, tenente-coronel PM Franklin Epiphanio Gomes de Almeida, o Rede Cidadã trabalha com a política de segurança pública que busca atender preventivamente crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade ou risco infracional e as ações realizadas impactam diretamente na redução da criminalidade.
Além das atividades, o programa cria um ambiente de convívio saudável e com acompanhamento que propicia mudanças de comportamento por parte dos assistidos, fazendo com que os mesmos aprendam a lidar com suas emoções, frustrações ou os façam sentir parte da sociedade.
“Muitas crianças, muitos adolescentes realmente mudam de comportamento só por estar praticando um esporte ou uma atividade cultural. Eles começam a desenvolver novas habilidades, inclusive, melhorando o rendimento escolar”, ressalta.
Para isso, o Rede Cidadã também busca promover a integração do poder público, da família, da comunidade, da iniciativa privada e do terceiro setor na prevenção da evasão escolar, da violência nas escolas e lares, da violência e abuso sexual infanto-juvenil, do uso e tráfico de substâncias psicoativas e do envolvimento em atos infracionais.
O coordenador cita, por exemplo, que em Rondonópolis (210 km de Cuiabá) a equipe da unidade polo realizou, no ano passado, busca ativa junto às crianças ligadas ao programa, mas que por conta da pandemia da covid-19 não estavam frequentando a escola. Ao manter contato com os familiares, a equipe conseguiu evitar a evasão escolar de cerca de 200 crianças e adolescentes.
“A educação é um dos maiores fatores de proteção e de prevenção à criminalidade e à violência. Quanto mais a gente mantém essas crianças em atividades esportivas, culturais, artísticas e nas escolas, mais elas estarão envolvidas e estaremos contribuindo para a redução da criminalidade e na violência”, destaca.
O programa Rede Cidadã prioriza os encaminhamentos feitos pelos órgãos e instituições parceiras. Contudo, também são atendidos os interessados que chegam por meio de demanda espontânea, conforme a avaliação psicossocial feita por assistentes sociais e psicólogos.
Endereçoes das sede e polos da Rede Cidadã:
Cuiabá: Av. Dante Martins de Oliveira, bairro Planalto, s/nº | Telefone: (65) 3653-8476
Várzea Grande: Av. Castelo Branco, nº 495, bairro Centro-Sul | Telefone: (65) 3691-2176
Cáceres: Av. Nossa Senhora do Carmo, nº 1.001, bairro Junco | Telefone: (65) 3223-0662
Nova Olímpia: Rua Antônio Raimundo dos Santos, s/n | Telefone: (65) 99622-5792
Rondonópolis: Av. 7 Copas, nº 1.227, bairro Coophalis | Telefone: (66) 99937-5468
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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