MATO GROSSO
Rede de lojas Magalu adere ao Vigia Mais MT e diretor da empresa defende versão nacional de programa
MATO GROSSO
“Não há, em nenhum estado ou cidade do país um projeto ou programa de monitoramento em segurança pública com a integração que vi aqui. O Vigia Mais MT é um modelo de programa que poderia ser nacional, atender ao país. Seria o Vigia Mais Brasil”, declarou.
Ele afirmou que conheceu o Vigia Mais MT durante uma reunião na Sesp há alguns meses. “Voltei para São Paulo certo de que iríamos aderir ao programa”, observou, acrescentando que, além da qualidade dos equipamentos, impressionou-se com o sistema de integração e acompanhamento em tempo real das imagens captadas pelas câmeras.
Após formalizar a adesão, o diretor acompanhou a retirada das 58 câmeras que serão instaladas próximas das 28 lojas da rede Magalu, em 13 cidades mato-grossenses. Conforme o estabelecido pela legislação que criou o programa (11.766/2022), as câmeras serão instaladas em vias e outros espaços cujo monitoramento atenda o interesse público-coletivo.![]()
A rede de lojas onde Michel Rocha é um dos principais diretores tem 1.200 lojas físicas em 800 cidades do país.
O secretário-adjunto de Integração Operacional da Sesp-MT, coronel Fernando Carneiro, que assinou o termo adesão para a retiradas das câmeras e outros equipamentos, agradeceu a confiança da rede Magalu no programa do Governo de Mato Grosso.
“Ficamos felizes com essa mensuração e em saber que o Vigia Mais MT está na vanguarda da questão da segurança pública, em especial quando se fala de inserção de tecnologia à disposição da população por meio das instituições públicas e da iniciativa privada, como está ocorrendo com a rede Magazine Luiza”, completou o secretário-adjunto.
O coronel Fernando observou que o Vigia Mais é uma estratégia voltada à segurança da população sonhada e desenhada pelo governador, entregue como missão ao secretário de Segurança, coronel Cesar Roveri.
Além do coronel Fernando, o diretor Michel Rocha foi recebido na Sesp pelo superintendente do Ciosp e coordenador do Vigia Mais, delegado Cláudio Alvarez; a chefe de gabinete da Secretaria Adjunta de Integração Operacional, tenente-coronel Sara da Silva Borges, e o assessor técnico do programa de monitoramento, tenente Leandro Alves.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Tumores cerebrais estão entre as principais causas de óbitos em crianças”, reforça especialista
O mês de maio é marcado pela campanha Maio Cinza, dedicada à conscientização sobre os tumores cerebrais, uma condição grave que exige atenção, informação e acesso rápido ao diagnóstico e tratamento adequado. A iniciativa busca alertar a população sobre sinais e sintomas, além de reforçar a importância da detecção precoce para aumentar as chances de controle da doença e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima cerca de 11.400 novos casos anuais de câncer cerebral e do sistema nervoso no Brasil. Em Mato Grosso, a taxa projetada fica em torno de 140 casos. De acordo com o médico cancerologista pediátrico e coordenador científico do projeto de Diagnóstico Precoce da Associação de Amigos da Criança com Câncer (AACCMT), Dr. Wolney Taques (CRM-MT 3592, Cancerologia Pediátrica-RQE-48), os tumores cerebrais estão entre as condições neurológicas mais complexas e desafiadoras da medicina e as que mais causam óbitos.
“Sabemos que esses tumores podem acometer pessoas de qualquer idade. No entanto, em crianças, eles estão entre as principais causas de mortalidade, juntamente com casos de leucemia e linfoma. Trata-se de um tipo de câncer bastante agressivo, que pode deixar sequelas”, explicou o médico.
Embora não sejam necessariamente a forma mais comum de câncer, eles estão associados à alta gravidade clínica, especialmente devido ao impacto que podem causar em funções vitais do sistema nervoso central. Em muitos casos, o diagnóstico tardio contribui para a piora do prognóstico, o que torna a conscientização ainda mais essencial.
Entre os principais sintomas que merecem atenção estão dores de cabeça persistentes e progressivas, alterações visuais, convulsões, mudanças de comportamento, dificuldades motoras e problemas de fala ou memória. A presença desses sinais não significa necessariamente a existência de um tumor, mas indica a necessidade de avaliação médica especializada.
O diagnóstico precoce é um dos fatores mais importantes para o sucesso do tratamento. Exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética são fundamentais para identificar alterações no cérebro e permitir a definição da conduta terapêutica mais adequada, que pode incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia, dependendo do caso.
“É fundamental destacar que crianças que apresentem sintomas devem ser avaliadas por um médico pediatra. Caso haja suspeita de tumor cerebral, o encaminhamento imediato para um especialista em oncologia pediátrica é essencial, pois aumenta as chances de cura e reduz o risco de sequelas. Tanto o pediatra quanto o especialista em oncologia pediátrica podem solicitar exames de imagem, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, que são decisivos para confirmar o diagnóstico”, concluiu.
Ao longo desses 27 anos, a AACCMT já acompanhou cerca de 900 crianças e adolescentes e realizou mais de 25.638 mil atendimentos. Entre eles alguns casos de tumores cerebrais.
“Nosso objetivo é oferecer todo o apoio necessário para que crianças e adolescentes possam realizar o tratamento adequado e receber acompanhamento psicológico, com a participação da família, sem comprometer a rotina escolar por estarem afastados de casa”, pontuou o vice-presidente da AACCMT, Benildes Firmo.
Sobre a AACCMT
A AACMT é uma instituição sem fins lucrativos que oferece hospedagem gratuita para crianças com câncer e um acompanhante. Os assistidos vêm do interior de Mato Grosso, de outros estados, de áreas indígenas e até de outros países, em busca de tratamento em centros especializados de oncologia pediátrica em Cuiabá.
A associação disponibiliza também alimentação, transporte, atendimento psicossocial e acompanhamento multiprofissional, iniciativas que fazem a diferença na jornada de quem enfrenta a doença. Tudo isso é realizado de forma gratuita.
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