MATO GROSSO
Reforma da Praça Dom Wunibaldo em Chapada é dedicada à primeira-dama de MT como ‘Espaço SER Família’
MATO GROSSO
Homenagem é pela dedicação das ações sociais da primeira-dama do Estado ao município
A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, e o governador Mauro Mendes, com a filha caçula do casal Maria Luiza, entregaram a reforma da Praça Dom Wunibaldo e da cobertura da Rua Quinco Caldas, em Chapada dos Guimarães, neste sábado (16.12). A reforma da praça Dom Wunibaldo foi dedicada à primeira-dama Virginia Mendes, como um espaço familiar, uma praça SER Família.
Os investimentos do Governo de Mato Grosso totalizam R$ 14,5 milhões por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), com as obras executadas pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra).
Virginia Mendes ressaltou a importância do investimento para o município: “Chapada já é uma cidade linda por natureza, literalmente, e os investimentos vão ao encontro das necessidades da população e dos turistas que visitam esse lugar lindo. Todo esse investimento foi possível porque o Governo do Estado entende a necessidade que o bem-estar da população é imprescindível, e também a dedicação da gestão municipal e das parcerias por meio da Sedec e Sinfra”, ressaltou.
A primeira-dama de Mato Grosso lembrou do período que morou na região de Chapada e acrescentou que “Fui criada na comunidade Rio da Casca, tenho ótimas lembranças e muito carinho por essa cidade, fico emocionada com o desenvolvimento na região. Aproveito para desejar a todos um lindo e abençoado Natal”.
De acordo com o projeto executado, a praça Dom Wunibaldo manteve suas características, com troca de piso para garantir acessibilidade. A fonte foi revitalizada, e o equipamento terá playground e estacionamento para bicicletas.
A Rua Quinco Caldas recebeu uma cobertura metálica inspirada na Igreja da Sé de Santana, com 133 metros entre as ruas Santo Antônio e Cipriano Curvo. Calçadas mais largas proporcionam mais espaço para pedestres, comércio e restaurantes, conferindo à Rua Quinco Caldas um ar de modernidade.
Além das obras inauguradas, o entorno da praça também passou por melhorias, com rebaixamento e pavimento novo das ruas Cipriano Curvo, Quinco Caldas e Fernando Corrêa em blocos intertravados. Melhorias na drenagem das ruas e revitalização das calçadas foram realizadas. Com essas mudanças, a entrada de automóveis na praça está impedida.
O governador Mauro Mendes enfatizou que o Governo, o qual ele representa, está feliz por conseguir fazer obras em todo o Estado, recuperando Mato Grosso, graças ao apoio de muitas pessoas.
“Nós vamos continuar essa luta, para melhorar a cidade de Chapada, melhorar o turismo aqui na região. Eu sempre falo, uma cidade só vai ser boa pro turista, se antes ela for boa pro cidadão que vive naquela cidade. Então, essa praça não é pra turista, essa praça é pro chapadense. Essa rua, não é pro turista, é pro cidadão de Chapada. Então sendo boa para nós mato-grossenses, com certeza ela também será boa pros cidadãos de outros estados ou de outros países que por ventura vierem pra cá”, enfatizou.

O prefeito de Chapada dos Guimarães, Osmar Fronner, ressaltou que o momento de inauguração das obras era memorável e manifestou sua gratidão à primeira-dama Virginia e ao governador Mauro Mendes, pelo olhar sensível que a região vem recebendo.
“Quero enaltecer o trabalho da primeira-dama Virginia Mendes, que conviveu no Rio da Casca, que conviveu com pessoas simples e levou essa sensibilidade para fazer esse grande trabalho que é feito pelo povo vulnerável de Mato Grosso. O povo vulnerável de Mato Grosso se sente honrado, se sente digno de ter uma primeira-dama que tem um olhar aquecido por essas pessoas que precisam, e é isso que ela tem demonstrado, isso que eu sinto com as pessoas que são vulneráveis”, disse.
O prefeito e a primeira-dama de Chapada dos Guimarães, Hélia Mello, homenagearam a primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes e entregaram a ela uma imagem de Sant’Ana, padroeira do município.
“Nós oramos muito por você, desde a pandemia até agora. A senhora superou tudo e está aqui. E esta Sant’Ana que estamos lhe entregando, que é a avó de Jesus, que ela lhe proteja, lhe dê vibração, energia para a senhora continuar defendendo os mais vulneráveis de Mato Grosso”, completou.

Para a moradora de Campo Verde, Matilde Pereira da Silva, que é moradora de Campo Verde, contou que sempre visita Chapada dos Guimarães e achou a reforma da Praça e a construção da Rua Coberta, “simplesmente maravilhosas”.
“Chapada merece. Agora dá mais gosto vir aqui. Ficou muito fantástico e bom, porque pra Chapada, que o tempo é meio úmido e quando chove, ficou muito bom. E eu ficou muito feliz pela homenagem que a primeira-dama Virginia recebeu, ela merece, ela faz muita coisa boa, e é uma pessoa daqui. Os projetos sociais dela são muito bons, maravilhosos”, completou.

Para a moradora de Chapada dos Guimarães, Edenir Francisca de Moraes, 76 anos, a praça agora se transformou em outro lugar, mais agradável.
“Não é mais aquela praça feia que tinha antes. Agora tá ficando muito bonito. É só as pessoas conservarem agora. Aqui já trabalhou muitas pessoas, mas ninguém fez como o Mauro Mendes tá fazendo. E a primeira-dama Virginia, ela é excelente, não tenho o que me queixar dela, é muito boa”.
Praça Dom Wunibaldo, uma praça SER Família
A reforma da praça Dom Wunibaldo foi dedicada à primeira-dama Virginia Mendes, como um espaço familiar, uma praça SER Família. Na placa, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Alberto Miranda Lima dos Santos Costa, e equipe, externaram a gratidão e o reconhecimento à dona Virginia “por sua incansável dedicação aos serviços prestados através do Programa SER Família à população de Chapada dos Guimarães e de todo o estado de Mato Grosso”.
“Criada na região do Rio da Casca, Virginia Mendes é idealizadora do Programa SER Família, que contempla todos os municípios do Estado, com o objetivo de reduzir as desigualdades sociais, mediante ações de promoção e cidadania, bem como inclusão social”, finaliza a mensagem na placa.
Moção de Aplausos

Durante o evento, a Câmara Municipal de Chapada dos Guimarães também entregou à dona Virginia a moção de aplausos, em reconhecimento ao excepcional trabalho desenvolvido por meio de inúmeros projetos sociais, direcionados às famílias e jovens em situação de vulnerabilidade social, proporcionando oportunidades e esperança.
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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