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Saiba quem são mãe e filhas vítimas de chacina em Sorriso

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As quatro vítimas da chacina em uma casa no Bairro Florais da Mata, em Sorriso, a 420 km de Cuiabá, nesta segunda-feira (27), eram mãe e filhas, com idades entre 10 e 19 anos.

As vítimas foram identificadas como:

  • Cleci Calvi Cardoso – 45 anos;
  • Miliane Calvi Cardoso – 19 anos;
  • M.C.C.– 13 anos;
  • M.C.C. – 10 anos.

De acordo com um empresário conhecido da família, o pai das meninas e esposo de Cleici trabalha como caminhoneiro e estava em Cascavel (PR) quando o crime ocorreu. Ele deve retornar para Sorriso na noite dessa segunda.

Ainda de acordo com empresário, a irmã de Cleici está muito abalada, pois, segundo ele, foi ela quem encontrou as quatro vítimas dentro de casa.

Ele contou que a irmã da vítima sentiu falta delas e tentou contato, não obtendo sucesso, a mulher foi até a casa das vítimas onde encontrou as quatro já sem vida.

A diretora da faculdade em que Miliane estudava, Valéria Gomes Carvalho, relatou que a jovem estava no 2° período do curso, que tinha um bom relacionamento com todos e que era líder de turma.

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“O pessoal está bem abalado e para nós é uma perda irreparável. Está todo mundo perplexo e sem palavras para descrever o sentimento. O que fica é a lembrança de uma menina alegre e que tinha toda uma vida pela frente, uma carreira, um futuro”, disse Valéria.

mae chacina sorriso

Cleci Calvi Cardoso, que foi morta junto com as filhas

Em entrevista ao g1, um amigo de Miliane disse que a conheceu no colégio, em 2018. Segundo ele, a garota era tímida no começo, mas ia se soltando bem.

“Ela era bem reservada e uma menina muito engraçada e divertida, sempre gostou muito dos amigos e era muito carinhosa. Ela falava sempre das irmãs, que era muito apegada”, conta.

O delegado Bruno França Ferreira disse que o caso é tratado como feminicídio. Disse ainda que o suspeito tinha dois mandados de prisão em aberto por outros crimes, incluindo estupro.

O suspeito da chacina foi preso na manhã desta segunda-feira. Ele seria o funcionário de uma obra que fica ao lado da casa das vítimas. Segundo a Polícia Civil, o suspeito confessou que atacou a mãe e as três filhas de sexta-feira para o sábado.

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Ainda de acordo com a polícia, a mãe e as três filhas foram encontradas assassinadas dentro de casa, com marcas de ferimentos causados por uma faca e com ferimentos profundos nos pescoços.

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Qualidade de vida ganha protagonismo e muda o perfil dos empreendimentos imobiliários

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Cinco anos depois da pandemia de Covid-19, as mudanças provocadas pelo período de isolamento social continuam influenciando a forma como as pessoas escolhem onde viver. Se antes a proximidade do trabalho e dos centros urbanos era um dos principais fatores na decisão de compra de um imóvel, hoje qualidade de vida, contato com a natureza, espaços amplos e bem-estar passaram a ocupar posição de destaque.

Essa mudança de comportamento tem sido percebida também pelo mercado imobiliário de Mato Grosso. Empreendimentos voltados ao conceito Home & Wellness, que privilegiam áreas verdes, lazer ao ar livre e ambientes que favorecem uma rotina mais equilibrada, vem despertando o interesse de famílias que buscam mais do que uma residência: procuram um novo estilo de vida.

Para o empresário do Grupo Tio Ico e sócio-investidor da Mangaba Urbanismo, Ricardo Gomes, esse movimento deixou de ser uma tendência para se tornar uma realidade consolidada.

“A pandemia fez as pessoas refletirem sobre o tempo que passam em casa e sobre a importância de viver em um ambiente que proporcione qualidade de vida. Hoje percebemos que o cliente valoriza muito mais espaços amplos, contato com a natureza, áreas para convivência e uma rotina menos acelerada. Não se trata apenas de comprar um terreno, mas de investir em um lugar onde seja possível viver melhor.”

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Segundo ele, essa transformação também mudou a forma de planejar os empreendimentos.

“O mercado passou a olhar para projetos que priorizam experiências. Áreas verdes, lagos, espaços de lazer, infraestrutura para atividades ao ar livre e maior privacidade deixaram de ser diferenciais para se tornarem atributos cada vez mais desejados por quem busca um novo endereço”.

Ricardo, que também atua no agronegócio como sócio do Grupo Tio Ico, ressalta que a mudança no comportamento dos consumidores reflete uma transformação que vai além do mercado imobiliário.

“Hoje percebemos que as pessoas estão investindo mais em qualidade de vida. O imóvel deixou de ser apenas um patrimônio e passou a representar bem-estar, segurança e um ambiente propício para a convivência da família. Essa é uma tendência que veio para ficar e que influencia diretamente os novos empreendimentos.”

Um exemplo desse novo conceito é o Cenário dos Lagos Home & Wellness, desenvolvido pela Mangaba Urbanismo em Cuiabá. O empreendimento, que contará com o maior lago privado em condomínio fechado, foi concebido para integrar natureza, bem-estar e qualidade de vida em um único espaço, refletindo uma demanda crescente por moradias que favoreçam o equilíbrio entre trabalho, família e lazer.

Muito além da arquitetura

A valorização de imóveis com maior integração à natureza também encontra respaldo na psicologia. Para a psicóloga Rayssa Martins, a pandemia alterou profundamente a relação das pessoas com a própria casa, que passou a exercer um papel muito mais amplo na rotina.

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“No cenário pós-pandemia, muitas pessoas passaram a perceber que a casa, o lar, deixou de ser apenas um ambiente de descanso, tornando-se também um espaço de trabalho e de convivência com a família e os amigos. Do ponto de vista da psicologia, o ambiente em que o indivíduo vive influencia diretamente o bem-estar emocional e, consequentemente, o bem-estar físico e até o comportamento das pessoas.”

Segundo ela, ambientes que favorecem o contato com a natureza e proporcionam espaços de convivência contribuem para uma rotina mais saudável.

“Locais que oferecem contato com a natureza, áreas de lazer, espaços de convivência e oportunidades para atividades ao ar livre podem favorecer a redução do estresse e da ansiedade, além de melhorar a qualidade do sono e incentivar hábitos de vida mais saudáveis. Embora a saúde mental seja resultado de diversos fatores, e não apenas do ambiente, ele pode atuar como um importante elemento de promoção da saúde mental e da qualidade de vida.”

Para a especialista, esse novo olhar ajuda a explicar por que tantas famílias passaram a priorizar empreendimentos que oferecem uma experiência de moradia mais conectada ao bem-estar, tendência que segue influenciando o mercado imobiliário mesmo anos após o período mais crítico da pandemia

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