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Secel realiza etapa regional dos Jogos Escolares e Jogos Estudantis de Seleções Mato-grossenses em Confresa

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Entre esta sexta-feira (03) até o dia 08 de junho, a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) realiza a sétima etapa regional dos Jogos Escolares e Jogos Estudantis de Seleções Mato-grossenses, em Confresa, município distante 1.160 km da capital. As competições reúnem cerca de 350 estudantes, da região esportiva Nordeste do Estado, em disputas nas modalidades de basquete, handebol, futsal e vôlei.

A abertura oficial do evento será nesta sexta-feira (03.06), às 19h30, no estádio Camilão, no centro de Confresa. Com acendimento da pira olímpica, o fogo simbólico do esporte, e desfile oficial das delegações participantes, a solenidade marca o início das competições e contará com presença de público, de autoridades e representantes da Secel-MT.

“Avançamos para mais uma fase regional, desta vez a mais de 1 mil quilômetros de distância de Cuiabá. Agradecemos a parceria da prefeitura de Confresa e a confiança dos demais municípios da região, que reconhecem a importância do esporte escolar em suas comunidades”, destaca o titular da Secel, Jefferson Carvalho Neves.

Ao todo, 34 equipes masculinas e femininas disputam esta fase regional, representando os municípios de Canabrava do Norte, Confresa, Luciara, Porto Alegre do Norte, São Félix do Araguaia, São José do Xingu e Vila Rica. 

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No Jogos Escolares, as disputas são entre estudantes de 12 a 14 anos, que compõem as 11 equipes de escolas públicas e privadas da região. Já nos Jogos Estudantis, as partidas envolvem 23 seleções municipais, formadas por estudantes de 15 a 17 anos. 

As equipes campeãs, em cada modalidade e gênero, avançam paras as fases estaduais de suas respectivas competições, que serão realizadas em julho. Para realizar as competições escolares mato-grossenses, a Secel-MT conta com a parceria da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) e do município-sede. 

Fonte: GOV MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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