MATO GROSSO
Secel terá programação especial em comemoração aos 303 anos de Cuiabá
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Neste fim de semana o Cine Teatro Cuiabá recebe o stand up “Perturbador” com Léo Lins (02.04), em duas sessões. No domingo, tem “História de Pescador” com Xô Dito, personagem criada pelo artista cuiabano Thyago Mourão. Na segunda-feira (04.04), às 19h, tem lançamento da reedição do livro Marphysa, de Dunga Rodrigues.
A Biblioteca Pública Estevão de Mendonça segue com a Exposição Bibliográfica e Iconográfica até 1º de abril. E para celebrar o aniversário de 303 anos de Cuiabá, a Biblioteca fará uma programação especial na segunda-feira (04.04), com abertura da exposição “Cuiabá Esporte Clube”, bate-papo com o escritor cuiabano José Augusto Tenuta, autor do livro “Cuyabá um show de bola”, e a palestra “A influência estrangeira na arquitetura cuiabana”, com o superintendente de Preservação do Patrimônio Histórico e Museológico da Secel-MT, Robinson de Carvalho Araújo.
No domingo (03.04), o Centro Cultural Casa Cuiabana recebe o espetáculo “Cartas de Romeu”, uma obra de Clodoaldo Arruda e Jean Pablo Loti. Os artistas convidam o público para falar de arte acompanhado de uma xícara de chá ou café.
No Museu de Arte Sacra de Mato Grosso, o visitante poderá conferir além da exposição permanente, a exposição “Qual é a sua cruz?”. E no Museu de História Natural de Mato Grosso, a exposição permanente composta por um acervo de fósseis de animais da região e artefatos produzidos pelo homem desde a pré-história.
Veja abaixo a programação completa:
Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça
A Biblioteca Pública Estevão de Mendonça completou 110 anos de fundação, no dia 26 de março. Uma das programações em comemoração é a Exposição Bibliográfica e Iconográfica que reúne documentos, fotos e livros que contam a história da Biblioteca Estadual. A exposição encerra nesta sexta-feira (1º de abril).
E para celebrar o aniversário de 303 anos de Cuiabá, a Biblioteca fará uma programação especial na segunda-feira (04.04). O evento inicia às 8h30 com a abertura da exposição “Cuiabá Esporte Clube”, que contará a trajetória do time com seu acervo de troféus, bolas, uniformes e fotos. A exposição segue aberta até 11 de abril de 2022.
Às 9h, tem um bate-papo com o escritor cuiabano José Augusto Tenuta, autor do livro “Cuyabá um show de bola”. Já às 9h30, terá a palestra “A influência estrangeira na arquitetura cuiabana”, com o superintendente de Preservação do Patrimônio Histórico e Museológico da Secel-MT, Robinson de Carvalho Araújo.
A Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça está localizada na rua Antônio Maria, nº 151, Centro de Cuiabá. O atendimento ao público é de segunda a sexta, das 8h às 18h. Informações pelo telefone (65) 3613-9240.
Centro Cultural Casa Cuiabana
No dia 03 de abril (domingo), às 9h, o Centro Cultural Casa Cuiabana recebe o espetáculo “Cartas de Romeu”, uma obra de Clodoaldo Arruda e Jean Pablo Loti. Cartas de Romeu é um ritual performativo entre leitura e teatro, num ambiente atemporal, onde dois performers abrem diálogos, questões sobre quem pode ser o que, Romeu ou Romeus, e revelam cartas de pessoas que sentem. Tudo isso acompanhado de chá, café e muito bate-papo sobre arte.
O espetáculo também será apresentado nos dias 17 e 24 de abril. Os ingressos estão à venda online no Sympla, por R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia entrada).
O Centro Cultural Casa Cuiabana fica localizado na rua General Vale, nº 181, bairro Bandeirantes – Cuiabá.
Cine Teatro Cuiabá
Neste sábado (02.04), tem stand up “Perturbador” com Léo Lins. A primeira sessão será às 19h30, no teatro. E a sessão extra será às 21h30. A classificação indicativa é 16 anos. Os ingressos podem ser adquiridos por R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia entrada), no site https://realizashows.com.br/. Informações pelo telefone (67) 9 9242-4140.
No domingo (03.04), às 19h, tem “História de Pescador” com Xô Dito. Thyago Mourão volta ao Cine Teatro com seu humor potente, abrindo a semana de aniversário de 303 anos de Cuiabá. Entre as novidades, pode-se esperar o universo do futebol, uma interação recente e de repercussão nacional do personagem Xô Dito, em suas narrações dos jogos do Cuiabá na série A do Campeonato Brasileiro. Além da participação especial do personagem Wylon, também interpretado por Mourão, e da professora Geisa, por Eduardo Butakka.

Os ingressos estão à venda na bilheteria do Cine Teatro Cuiabá por R$ 25,00 mais 1 Kg de alimento (entrada solidária) ou R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia entrada com a apresentação carteirinha). Os ingressos também estão à venda pelo site TicMais.com.
Na segunda-feira (04.04), às 19h, tem lançamento da reedição do livro Marphysa, de Dunga Rodrigues. Será um sarau lítero-musical e contará com show de artistas locais. A publicação foi realizada pela gráfica do Senado Federal. O evento conta com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), Secretaria Municipal de Cultura de Cuiabá, Cena Onze e Unemat. A entrada é gratuita.
O Cine Teatro Cuiabá está localizado na Avenida Presidente Getúlio Vargas, nº 247, Centro de Cuiabá. Acesse o site no link http://cineteatrocuiaba.org.br/.
Museu de Arte Sacra de Mato Grosso
A exposição coletiva “Qual é a sua cruz?” segue aberta para visitação até 08 de maio, no Museu de Arte Sacra de Mato Grosso. A mostra reúne 79 cruzes elaboradas por 56 artistas do Centro-Oeste brasileiro.
O visitante também pode visitar o acervo permanente que conta com artigos da antiga Catedral do Senhor Bom Jesus de Cuiabá, artigos que pertenceram a Dom Aquino, vestimenta e objetos litúrgicos utilizados pelo Papa João Paulo II, durante sua visita a Cuiabá, e muito mais.
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O Museu de Arte Sacra de Mato Grosso está localizado na rua Clóvis Hugney, praça do Seminário, nº 239 – Cuiabá, e está aberto ao público de quarta-feira a domingo, das 9h às 17h. Os ingressos podem ser adquiridos no site ou no museu por R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Informações no endereço eletrônico https://linktr.ee/masmt.
Museu de História Natural de Mato Grosso
A exposição permanente, composta por um acervo de fósseis de animais da região e artefatos produzidos pelo homem desde a pré-história, está aberta ao público de quarta a domingo, das 8h às 18h.
Na área externa, o visitante tem a oportunidade de conhecer a réplica do esqueleto de um Pycnonemosaurus Nevesi, dinossauro que habitava a região da Chapada dos Guimarães durante o período Cretáceo.
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Além disso, a visitação inclui a história do prédio onde fica o museu, a Casa Dom Aquino. O imóvel é patrimônio histórico mato-grossense e foi construído pelo patriarca da família Murtinho, em 1842. E desde 2006 abriga o Museu de História Natural de Mato Grosso.
O museu fica localizado na Avenida Beira Rio, nº 2.000, bairro Jardim Europa – Cuiabá-MT. A entrada para a exposição permanente é R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (meia). A entrada para área externa é gratuita. Informações pelo telefone (65) 3634-4858 e no site http://museuhistorianaturalmt.com.br/.
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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.