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Secretaria confirma mortes de criança e dois adultos em decorrência da Covid em Sinop

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A secretaria municipal de Saúde confirmou, hoje, mais três óbitos em decorrência da doença, chegando a 486 vítimas desde o início da pandemia. Um homem, de 94 anos, com comorbidades, que estava internado no Hospital Regional Hilda Strenger Ribeiro em Nova Mutum. morreu no dia 28 de fevereiro.

Também foi confirmado o falecimento de uma criança, de 2 anos, que estava no Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá. O óbito ocorreu no último dia 27, mas os exames só chegaram, nesta sexta-feira, para a secretaria de Sinop. De acordo com o prontuário médico, ela tinha doenças preexistentes.

A terceira confirmação é de um homem, de 65 anos, que estava no Hospital Metropolitano Estadual em Várzea Grande, onde não resistiu e faleceu, no último sábado. Consta no documento da secretaria que o paciente tinha fator de risco.

Segundo o documento da prefeitura, o município contabiliza 33.211 casos positivos (56 a mais que a última atualização), com 32.575 pacientes recuperados (mais 62) e outros 140 estão em isolamento domiciliar (havia 147).

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Diminuiu o número de internados, passando de 11 para 10. No hospital regional, três pacientes estão em Unidades de Terapia Intensiva e dois em enfermarias. Na rede particular, há três em enfermarias e dois em UTIs. Não há internados no Hospital de Campanha.

Hoje, três moradores de outros Estados/municípios estão internados em Sinop. Destes, dois estão em UTIs na rede pública e um em enfermaria na rede particular.

Redação Só Notícias (foto: arquivo/assessoria)

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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