MATO GROSSO
Secretaria de Saúde terá setor para analisar e cumprir metas do TAC não cumpridas pelo gabinete de intervenção do Estado
MATO GROSSO
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) terá servidores designados para cumprir e acompanhar o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o gabinete de intervenção do Estado, com o Ministério Público de Mato Grosso e homologado pela Justiça. A Prefeitura de Cuiabá assumiu a saúde pública do município no dia 1 de Janeiro deste ano.
Em reunião realizada nesta segunda-feira (8), o secretário de Saúde, Deiver Teixeira, determinou que cada secretaria adjunta terá um servidor designado para realizar o acompanhamento do TAC. Além disso, o foco também será realizar ações não executadas pelo gabinete de intervenção do Estado, que não cumpriu uma série de metas anteriormente acordadas com o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso e com o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso.
A reunião contou com a presença Marcus Fabrício Nunes dos Santos, secretário-adjunto de Gestão; José Ricardo de Amorim Santana, secretário-adjunto de Atenção Primária; Oscarlino Alves de Arruda Junior, secretário-Adjunto de Atenção Especializada e Vigilância em Saúde e Paulo Sérgio Barbosa Rós, secretário-Adjunto de Atenção Hospitalar e Complexo Regulador.
“A nossa proposta é buscar um trabalho em equipe, temos muitos desafios e o TAC é um deles, são várias situações que precisam ser observadas e eu pedi para que cada secretário-adjunto designe alguém responsável e evidentemente no meu gabinete também terá alguém que fará esse acompanhamento, vamos planilhar e vamos apresentar resultados, inclusive aquilo que já cumprimos”, afirmou o secretário Deiver Teixeira.
Segundo o secretário-adjunto Paulo Rós, a área de Atenção Hospitalar e Complexo Regulador já possui um servidor indicado para realizar o serviço de acompanhamento do TAC.
“A ideia é sempre trabalhar em prol da população, mas isso requer nesse momento ficar a par de toda situação porque não houve uma transição, temos aqui servidores comprometidos e altamente competentes que não deixam a gente no escuro”, afirmou Paulo Rós.
O secretário Marcos Fabrício enfatiza que além do TAC, as determinações do prefeito Emanuel Pinheiro estão sendo cumpridas à risca. Ele ressalta que na sua pasta também já foi indicado um servidor para executar esse serviço de acompanhamento.
“Estamos tomando ciência da situação para dar continuidade do projeto de realizar serviços de qualidade para a população, é importante que cada secretário-adjunto tenha alguém na equipe e a expectativa é que até o final da semana toda a SMS tenha a equipe inteira montada”, afirmou
Boa relação com servidores
Além do cumprimento do TAC, outro assunto da reunião foi a relação com servidores, que deve ser priorizada pela harmonia e pela aproximação com a gestão. Deiver lembrou de episódios na SMS em que ocorreram denúncias de assédio moral contra servidores e ressaltou que é preciso impedir que esses problemas ocorram.
“Nós precisamos trazer os colegas, os servidores públicos precisam se sentir parte da equipe da Secretaria, durante a Intervenção ocorreram várias situações desconfortáveis com os servidores e nós precisamos apaziguar”, afirmou o secretário.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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