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Secretaria divulga telefones para informações sobre o Minha Casa Minha Vida; previsão é que inscrições iniciem em março

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A Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária (SMHRF) disponibiliza dois números para informações sobre o programa Minha Casa Minha Vida. Cuiabá teve cinco empreendimentos selecionados pelo governo federal, na primeira etapa, e a previsão é que as inscrições sejam abertas em março de 2024 pelo programa Habitanet, da própria secretaria. Por enquanto, as informações podem ser obtidas pelos números (65) 3316-9560 e (65) 3316-9563. Os atendimentos são feitos em horário comercial, de segunda à sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h.

O secretário de Habitação e Regularização Fundiária, Marcrean Santos faz um alerta para toda a população, para evitar cair em golpes. “A prefeitura e a secretaria não enviam e-mails com links. Se receberem algum e-mail, falando para clicar em algum link, não acreditem, é golpe. É de extrema importância reforçar também que as inscrições para os residenciais do Minha Casa Minha Vida, quando forem abertas, serão totalmente gratuitas. Não acreditem em propostas de terceiros que prometem passar na frente da fila sob pagamento de qualquer valor, ou qualquer outra vantagem, porque também se tratará de golpe”.

O secretário explica que a partir do anúncio do governo federal, na semana passada, da seleção dos cinco empreendimentos, totalizando 900 casas que serão construídas nos bairros Jardim Comodoro, São Sebastião e Tijucal, ainda há uma fase de apresentação de documentos, por parte das construtoras, e aprovação dos projetos.

Somente quando os recursos forem liberados e for autorizado o início da construção, é que a prefeitura, por meio da secretaria, fará a abertura das inscrições. “E garanto que será com toda a transparência necessária. Daremos ampla divulgação quando as inscrições forem abertas para que todas as famílias, que se encaixam nos critérios, possam concorrer ao sonho da casa própria”.

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Estes residenciais aprovados na primeira etapa do Minha Casa Minha Vida são direcionados à Faixa 1 (FAR), para famílias com renda de até dois salários-mínimos (R$ 2.640,00 em valores atuais).

Marcrean ainda enfatiza que os critérios legais para seleção das famílias selecionadas são estabelecidos pelo governo federal, através do Ministério das Cidades. Entre os principais, além da renda, está morar em Cuiabá pelo menos nos últimos cinco anos. Outros critérios que contam pontos são: mulheres chefes de família; mulheres vítimas de violência doméstica com medidas protetivas; famílias que moram em áreas de risco; idosos; pessoas com deficiência, entre outros.

Para as famílias que desejam fazer a inscrição, é necessário ter o NIS (Número de Identificação Social) atualizado. Essa atualização deve ser feita no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) mais próximo da atual residência da família.

“Quem tiver dúvida, ligue para os números disponibilizados pela secretaria de Habitação. Procurem informações no site oficial da prefeitura de Cuiabá, no www.cuiaba.mt.gov.br. Evitem cair em golpes. É um momento muito importante para todas as famílias e sabemos que, infelizmente, há muitos golpistas. Então, todo o cuidado é pouco. E é justamente por isso que, a partir desta segunda-feira, a secretaria de Habitação já está com equipes prontas para darem as informações necessárias”, finaliza o secretário.

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Residenciais

A prefeitura de Cuiabá, por meio da SMHRF, credenciou 22 empreendimentos para o programa Minha Casa Minha Vida. Na primeira etapa, foram selecionados cinco.

Da Construtora Paiaguás foram selecionadas as três etapas do Residencial Comodoro, que serão construídas na rua Um, sem número, no bairro Jardim Comodoro, totalizando 500 residências. Da Construtora Meu Lar foram selecionados dois empreendimentos, cada um com 200 casas. O primeiro, o Park São Sebastião I, será construído na Alameda São João, sem número, no bairro São Sebastião. O segundo, o Tijucal Incorporadora SPE Ltda, será construído nas ruas 109 e 110, no bairro Tijucal.

Secretário Marcrean enfatiza que os 22 empreendimentos credenciados pela Secretaria de Habitação são de empresas privadas, em áreas privadas. “Todos os projetos apresentados estão em áreas boas, em locais estruturados. Ou seja, estão inseridos na área urbana e com infraestrutura já adequada, garantindo um residencial onde os moradores já terão acesso aos serviços básicos, como transporte público, saúde e educação. Por isso, com a aprovação dos cinco primeiros, nossa expectativa é ainda maior para que mais residenciais sejam selecionados a partir do próximo ano”.

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MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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